quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Ganhador da Moto Honda Fan 125

Paróquia Santa Terezinha - Patrocínio MG

Bilhete Ganhador da Moto - Nº 004883 (Lucas Vinicius Silva)

A Paróquia Santa Terezinha, agradece a todos que contribuíram
na venda e na compra dos bilhetes.
O sorteio aconteceu, após Missa de Encerramento da Festa em
Louvor a São Francisco, dia 18 de novembro

O ganhador levou para casa uma Moto Honda
Fan 125 – ano/modelo 2012 - 0 km – Vermelha

Fotos da Festa em Louvor a São Francisco

Fotos da Festa em Louvor a São Francisco, na Paróquia Santa Terezinha.

de 09 a 18 de Novembro de 2012

Galeria de Fotos:

sábado, 17 de novembro de 2012

Editorial - Novembro 2012

     No mês de novembro, nós vivemos um momento de muita reflexão e oração na Igreja, como cristãos, pois é celebrada a Igreja Triunfante, constituída por todos os bem-aventurados que salvaram sua alma e estão no Paraíso, na posse da visão beatífica de Deus. Os inumeráveis heróis anônimos, na sua imensa maioria esquecidos pelos demais homens e pela História, que ao longo dos tempos foram passando desta vida para a Eternidade em estado de graça, e pelos méritos da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo foram sendo admitidos no Paraíso — todos esses, embora esquecidos na Terra, são santos e são honrados pela Igreja neste dia.

    Depois de ter celebrado, no dia 1° deste mês, seus filhos admitidos à Glória eterna, a Igreja, mãe compassiva e misericordiosa. Recordamos também no segundo dia deste mês, aqueles que já salvaram suas almas, mas ainda não puderam entrar no Paraíso, por estarem se purificando no Purgatório. Ela incentiva os fiéis a rezarem por essas almas padecentes e abre com liberalidade, em benefício delas, os tesouros de suas indulgências, daí a importância de celebrarmos o dia de Finados, é um dia de saudade, de oração e recordação e não de sofrimento.

    Que possamos também já nos preparar para o Natal, celebrando as novenas de Natal em nossas casas, e também neste mês em nossa paróquia participemos da festa de São Francisco de Assis em nossa Paróquia.

    Deus abençoe e proteja e que Maria Santíssima cubra com seu manto e São Francisco abençoe e proteja suas vidas e sua família!

Pe. José Ricardo Lucas de Lima
Paróquia Santa Terezinha.

Congresso Provincial da Pastoral Familiar

Aconteceu nos dias 03 e 04 de Novembro, o III Congresso PF da Província de Uberaba, na cidade de Patos de Minas, com representação das 4 Dioceses que formam a província: Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Patos de Minas.

Foram dois dias de muito aprendizado. Estiveram presentes nosso Bispo Diocesano Dom Cláudio, os assessores das dioceses participantes, Padre José Ronaldo, Padre Luiz Fabiano, Padre Maurício e Padre Fabiano, também passaram por lá, Padre Cidinho, Padre Gualter, Monsenhor Magno, Padre Cizenando e outros.

O casal José Eduardo e Margarida (vice coordenadores da PF do Leste II), que moram em Barbacena, marcaram presença e trouxeram algumas experiências para ajudar no crescimento de nossa Pastoral Familiar.

As equipes de trabalho foram formadas, pelos casais da Pastoral Familiar e ECC de Patos, que com muita dedicação trabalharam com carinho, e tudo transcorreu na graça de Deus.

A Diocese de Patos de Minas tem a equipe Diocesana da PF, composta pelos assessores espirituais, um casal coordenador (Evandro e Dirce) e mais 06 casais para auxiliar, e em cada setor de nossa diocese tem um casal coordenador do setor. Todos unidos se empenharam e o Congresso aconteceu, obrigado a cada um pelo trabalho, apoio, doação, oração, esforço, dedicação e que a Sagrada Família de Nazaré retribua com inúmeras bênçãos.

O tema do Congresso foi, “A Família: o Trabalho e a Festa” e o lema foi, “Tempo para o Senhor e a Família”, assim foi abordado pelos palestrantes o valor da família, onde tudo começa, pois, todos nós viemos de uma família, e Jesus também. Deus quis que Jesus viesse ao mundo através da humilde família de Nazaré. E hoje a nossa família como vai? Fomos levados a refletir sobre o nosso trabalho que dignifica, mas também precisa ter limites, temos também que nos dedicar ao trabalho na comunidade, e ainda viver a festa da reunião em família, e também a festa do domingo, o dia do Senhor. O importante é que tudo esteja em harmonia em nossas vidas.

Precisamos resgatar os valores cristão, perdidos com o tempo e a modernidade, que vivemos hoje. Não podemos deixar as coisas, irem acontecendo simplesmente, se somos cristãos temos que ter um pensamento e uma atitude, que nos identifique como cristãos, em qualquer lugar que estejamos, e não ter vergonha de sermos verdadeiramente de Cristo.

Precisamos nos conscientizar, de que a família esta presente em tudo que vamos fazer, por isso, é necessário que as pastorais e movimentos, trabalhem em conjunto, sem disputa, mas unidas pelo bem de todos, e das famílias. Se tivermos famílias firmes na fé e crescendo na comunidade, mesmo que nosso trabalho, seja como o de um beija flor, muitas graças poderão ser alcançadas, precisamos fazer a nossa parte e nunca desistir, pois Jesus nunca desiste de nós.

Pastoral Familiar

Galeria de Fotos:

Caça Palavras

para vós, Senhor, que ergo meu clamor. Ó meu apoio, não fiqueis surdo a minha voz; não suceda que, vós não me ouvindo, eu me vá unir aos que desceram para o túmulo. Ouvi a voz de minha súplica quando clamo, quando levanto as mãos para o vosso templo santo." Salmo 27, 1-2

O Mensageiro Entrevista

Entrevista Ministério de Música

     Amigos e Amigas do “O Mensageiro”, nossa entrevista desse mês trás o casal Paulo Antônio Barroso e Gislene Maria de Arvelos, com grande entusiasmo e dinamismo eles fazem parte de um grande ministério, que é o de música. Pela música, elevamos a Deus nossas alegrias, dores, e é claro nossa oração constante. Agradeço imensamente o casal pela entrevista. Paz e bem! Natanael Oliveira Diniz.

1-    Como vocês iniciaram o ministério musical? Explique-nos.

    Depois do ECC, fomos convidados a formar uma equipe de canto na igreja Santa Terezinha, inicialmente só nas terças e com o tempo fomos participando ativamente das celebrações.

2-    Quais os desafios que vocês enfrentam?

    O desafio que enfrentamos é o tempo; conciliar o horário da celebração com o trabalho do Paulo às vezes é difícil, muita vezes, chegamos poucos minutos antes da celebração começar.

3-    Sabemos que a música é um grande instrumento de cura e libertação. Qual música vocês destacariam, como sendo a mais profunda?

    Rastros na areia e Segura na mão de Deus.

4-    Quais são seus santos de devoção?

    Nossa Senhora Aparecida

5-    Por vocês cantarem em família, é uma experiência maravilhosa. Sendo assim, como se deu o incentivo para que seus filhos fizessem parte do ministério? Comente.

    O incentivo se deu, por sempre nos acompanharem desde pequenos, nas celebrações; mesmo não cantando e nem tocando nenhum instrumento. Com o passar do tempo, ganharam um pandeiro e uma timba e posteriormente, o teclado a bateria e os outros instrumentos. E assim estamos até hoje, animando as celebrações, casamentos e outros eventos.

6-    Deixe-nos sua mensagem.

    Não deixe seus dons adormecerem; desperte-os e coloque-os a serviço. Assim você será intermediário do criador, para levar sua luz aqueles que se perdem na escuridão.

Cantinho do Coração de Jesus

CORAÇÃO DE JESUS, NOSSA VIDA E RESSURREIÇÃO

     Acabamos de celebrar a memória de nossos entes queridos que partiram dessa vida. Nosso coração sente saudades dos que fizeram parte de nossa vida, recheando-a e enfeitando-a de tantas formas. Porém, a celebração de Finados é um convite a pensar sobre a vida e no ato de sua entrega, que todos nós faremos um dia. Recorda nossa fragilidade e nos ajuda a trilhar os caminhos do essencial. Daqui nada levamos. Fica apenas o bem que fazemos. Por isso, somos chamados à “vigilância sobrenatural”, a fim de nos prepararmos para a vida eterna. O Cardeal Newman disse: “Devemos não só crer, mas vigiar; não só amar, mas vigiar; não só obedecer, mas vigiar. É possível que a vigilância seja a prova em que se reconhece o cristão. Pois, vigiar é estar separado daquilo que é presente e viver aquilo que é invisível; viver com o pensamento de que Cristo veio uma vez e virá de novo; desejar o seu advento”.

    Que o nosso coração não se entretenha só com coisas que passam, mas busquemos com força as que não passam. Para não cairmos nessa tentação Jesus nos ensina a ser vigilantes, a estar sempre em oração e nunca esquecer que neste mundo somos peregrinos, construindo morada no céu.

    O Evangelho nos apresenta o Sagrado Coração de Jesus como fonte de amor, ternura, consolo e misericórdia, um coração cheio de compaixão, que chorou a morte de Lázaro, mas lhe devolveu a vida. Diante da pobre viúva que acompanhava o enterro do único filho, Jesus se compadece e interrompe o cortejo da morte para devolver a vida ao jovem, recolocando-os no caminho de volta à vida. Na cruz, seu coração trespassado se transforma em fonte vital para quem O contempla e crê.

    Enfim, há várias passagens bíblicas em que Jesus derrota a morte e nos leva a crer e esperar a ressurreição.

    Coloquemos no Coração de Jesus, com lágrimas e saudades, mas também com muita esperança, todos os nossos entes queridos que já partiram para a eternidade.

    Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição, tenha compaixão de nós!

    Um abraço amigo,

Maria José S. Alfredo.

Coral Som de Paz - No Rastro da Lua Cheia

    Só a música pode desperta em nós, sentimentos tão profundos como o amor, a alegria, a nostalgia, a felicidade e a paz. Foi pensando nisso, que um grupo de pessoas que gostam de cantar, se uniram para formar um coral. E há um ano e meio nasceu o Coral Som de Paz. O Centro Comunitário Padre Damião de Molokai abraçou a ideia, abriu suas portas e ofereceu o espaço para os ensaios. Sob a regência do maestro Valter Pires, o coral conta com 24 membros, entre sopranos, contraltos, barítonos e com um repertório variado de músicas sacras, popular brasileira, raiz sertaneja entre outras.

    No dia 03 de novembro, o coral estreou seu repertório de música raiz (No rastro da Lua Cheia, Luar do Sertão, Brasil Poeira, Seresteiro da Lua, Cabocla Tereza, Colcha de Retalhos, Índia, Chico Mineiro, Tocando em Frente,Uma Casa de Caboclo, Asa Branca, Menino da Porteira, Cana Verde, Moreninha Linda, A Lua, e para encerrar o Cio da Terra) que animaram á todos que estavam presentes na apresentação.

    O coral contou com a participação do sanfoneiro Taquinho de Ouro, a vocal Euriane Mendes e vários instrumentistas e declamadores. A noite foi marcada também pela apresentação da dupla mirim João Neto e Isabela que vieram de São Paulo e são filhos do Taquinho de Ouro e sobrinhos do maestro Valter Pires que encantaram com a música Tristeza do Jeca.

    Marca forte do Coral Som de Paz é a presença de crianças, adolescentes e jovens que gostam deste gênero de música, abrilhantam e enfeitam o coral com suas presenças. Isto nós dá a certeza que a música raiz é realmente eterna.

    Este foi apenas o primeiro recital e que venham outros para animar a nossa querida Paróquia Santa Terezinha. Parabéns a todos pela brilhante ideia de criar este coral e que Nossa Senhora os cubra com o Manto Sagrado.

Pascom - Pastoral da Comunicação

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Festa de Nossa Senhora Aparecida

    A comunidade Nossa Senhora Aparecida, no bairro Amir Amaral, esteve em festa, celebrando o dia da Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. Nossa mãezinha que intercede a Jesus por nós. Se nossas mães aqui da terra são tão boas, fazem de tudo por seus filhos, querem tão bem, se dedicam tanto e se preciso fosse daria a vida por seus filhos, imaginem o que faz Nossa Senhora por todos nós lá no céu. Mas nós somos muitos e temos sempre um pedido a fazer, por isso coloquemos no colo de Maria, confiemos e aguardemos a graça e a hora de Deus, não é do nosso jeito e na nossa hora que as coisas acontecem.

    Assim, celebramos a festa de Nossa Senhora Aparecida, com muita devoção tivemos a caminhada dos devotos, celebração todos os dias e para confraternizar uma animada barraquinha. No encerramento tivemos a procissão pelas ruas do bairro.

    Obrigado a todos que ajudaram, de uma forma ou de outra, na realização desta festa, principalmente aos festeiros e a nossos incansáveis Padres, Pe. José Ricardo e Pe. José Luís.

Pascom - Pastoral da Comunicação

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“Estudai o Catecismo!”

    Este é o pedido do Papa Bento XVI aos jovens e fiéis feito pelo YOUCAT (Young Catecism, Catecismo Jovem em inglês), que foi distribuído na ocasião do DNJ (Dia Nacional da Juventude) ocorrido no mês de outubro em Monte Carmelo-MG, preparando o coração dos jovens para a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio de Janeiro no ano de 2013.

    Isto nos leva a refletir qual a real importância do estudo do catecismo, e como este deve ser feito. “Quanto mais conhecemos a igreja, mais a amamos!” diz o prof. Felipe Aquino em um de seus programas, “Escola da Fé” que é transmitido todas as quintas-feiras na TV Canção Nova. Em outra obra escrita pelo professor, o livro “O Catecismo da Igreja de A a Z”, ele mostra como o catecismo pode esclarecer as dúvidas sobre a igreja católica e formar um autentico cristão.

    Desde o começo da igreja os apóstolos se preocupavam com a formação do povo. São Paulo, ao escrever a São Tito e São Timóteo, os primeiros bispos, recomendou que tivessem todo o cuidado com a “sã doutrina”, como é citado na Bíblia: “seja firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem” (Tt 1,9). Depois grandes bispos e padres da igreja como, Santo Agostinho, Santo Atanásio, Santo Ambrósio, e tantos outros catequizavam o povo de Deus ensinando-os a doutrina.

    Nos dias de hoje, a melhor fonte de conhecimento da nossa doutrina é o Catecismo da Igreja Católica, aprovado em 1992 pelo Papa João Paulo II que pediu para que todos os Pastores da Igreja repassassem os ensinamentos contidos no catecismo. Este pedido é agora reforçado pelo seu sucessor e é oferecido a todo homem que nos pergunte a razão da nossa esperança e queira conhecer tudo àquilo em que a igreja católica crê.

Seminarista Guilherme Botelho,
Seminário Menor de Patrocínio

Cristo Rei do Universo

     “Meu Reino não é deste mundo”, disse Jesus.

    No último domingo do ano litúrgico, fechamos as celebrações religiosas com a festa de Cristo, rei de um mundo de outros valores, de outra verdade. E, diferente do ano civil, o novo ano litúrgico começa no Advento, que é o tempo de preparação para a chegada do Salvador, no Natal.

    Como Rei do Universo, princípio e fim de toda a criação, ele veio para apresentar o seu Reino a este mundo e mostrar à humanidade, criatura divina, que é o princípio, seu único objetivo durante a vida sobre a terra: o fim – a finalização de tudo e de todos no amor, Deus.

    Como Cristãos batizados, temos, por vocação, a missão de construir outro mundo possível e urgentemente necessário, baseado no amor de Deus. Olhando o reinado de Jesus Cristo é hora de pararmos um instante e verificarmos quais valores estamos buscando em nossa correria destes tempos. Muitas vezes corremos tanto, levamos pesados fardos, estamos cansados, porém, na direção errada e não visualizamos a coroa da vitória, a felicidade plena. Somos cidadãos do céu e nosso rei é Jesus, cujo reino deve iniciar aqui para plenificar na eternidade.

    Paz e Bem!

Lourdes Barbosa.

Estado Permanente de Missão

    Sintonizados com o Documento de Aparecida a Igreja convida os fieis leigos a retomarem ao estado original de discípulos missionários. O “estado permanente de missão” esta orientado pelo DGAE (Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil-2011/2005-N° 30), que aponta como objetivo um olhar especial as famílias colocando em sintonia com o trabalho realizado nas paróquias animando-as a se integrarem em alguma pastoral.

    Toda a Igreja é chamada a ser missionária a levar a mensagem de Jesus Cristo, mas antes de qualquer tipo de missão, é preciso conhecer a comunidade a ser trabalhada. Por isso, serão feitos uma nucleação de toda a paróquia visando um inicio de trabalho, a partir das comunidades pequenas. Imitando a Cristo, os novos missionários partiram de lar-em-lar levando somente o necessário para se realizar uma dialogo evangelizador e para colher informações e dando a conhecer aos que se encontram afastados a comunidade e seus movimentos religiosos; celebrações da Santa Missa, encontros de formação, espiritualidade, etc.

    Jesus sempre visitou, mas não esperava o povo, ia ao povo, e este, sentindo-se bem acolhido, ia ao seu encontro, apertando-se ao seu redor para ouvir Palavra de Deus (Lc 5,1). Nas visitas os missionários carregam o mesmo sonho de Jesus, despertando caminhos de conversão, fortalecendo esperança, denunciando contravalores, articulando energias novas.

    Os missionários não desanimam diante de possíveis desculpas; não jogam pragas quando não são bem acolhidos. Sabem pedir desculpa ou perdão quando necessário. Seguirão caminhando, com humildade, com serenidade de júbilo interior, como fazia Francisco de Assis quando alguma porta a ele se fechava. Sempre com a certeza de que bons terrenos irão aparecer.

Jeilson Neves da Silva
Seminarista, cursando 3º ano de Filosofia
Seminário Maior “Dom José André Coimbra”

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Os Cristãos Diante da Morte

     No dia 2 de novembro celebramos o dia de finados e perguntamos: Como vivem os cristãos a novidade trazida por Cristo, a sua vitória sobre a morte? A está pergunta Catalamessa responde que “a morte, como a língua materna, nós aprendemos a conhecê-la vivendo, ouvindo como falam sobre ela, qual a atitude das pessoas quando ouvem nomeá-la” (CATALAMESSA, 1992, p. 25).

    Vemos que a predominância da linguagem sobre a morte foi a sapiencial e não a mistérica. Nos cantos populares, nos epitáfios, em pregações fúnebres, em tudo era citado o Eclesiastes. Nas artes, criptas sempre apareciam as caveiras denotando que a morte era vista como essencialmente a mestra da vida, o escarmento dos vícios, uma pedagoga severa (Cf. CATALAMESSA, p.1992, 28). Até mesmo os quadros dos santos traziam a caveira com essa denotação.

    Mas com o passar do tempo houve uma redescoberta e esse tipo de religiosidade passou. Para haver tal renascimento antes passou por uma época de crise. O positivismo, o marxismo, e toda uma corrente não-crente acusavam os cristãos de infidelidade a terra (Cf. CATALAMESSA, 1992, p. 31). Do mesmo modo que a ideia da morte foi aos poucos desterrada aconteceu com a ideia de eternidade. Na pregação cristã se vê pouco falar de vida eterna de esperanças escatológicas. Isto revela o quanto de desejo de vida eterna a humanidade tem.

    O mundo secular procurou banir tudo que se referia a morte, cemitérios distantes das cidades, Igrejas proibidas de tocarem sinos fúnebres. Assim pensava que poderia eliminar a morte eliminado sua lembrança.

    É preciso uma retomada e uma renovação de uma pregação cristã autentica dos Novíssimos. Salvando o que tinha de bom a espiritualidade passada e inserindo-a em um novo contexto que corresponda às necessidades da Igreja atual. Sobre isso vemos que “o rito das exéquias deve exprimir mais claramente a índole pascal da morte crista” (SC, 81).

    No Concilio Vaticano II há um grande esforço para redescobrir a visão da morte numa perceptiva pascal e mistérica. Nos prefácios e nas orações pelos falecidos há esse mesmo esforço, da vivencia da fé pascal. Portanto, aos poucos está havendo esta redescoberta da fé, vivendo profundamente o mistério a ressurreição.

    Assim, São Paulo nos oferece de modo sucinto o sentido de nossa vida, firmando uma verdade de fé crista: “De fato, nenhum de nós vive para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo. Pois, se vivemos, é para o Senhor que vivemos; se morremos, é para o Senhor que morremos. Quer vivamos, quer morramos, pertencemos a nosso Senhor” (Rm 14,7-8). Esta passagem tem um profundo significado teológico sobre a escatologia. Significa que, depois de Cristo, a contradição máxima não está entre o viver e o morrer, mas entre o viver para si e o viver para o Senhor. Para quem vive para o senhor, morte e vida são apenas duas maneiras diversas de estar com ele: primeiro no perigo, depois na segurança.

    No dia de finados celebramos também o amor de Deus. A demonstração do amor de Deus ao homem é o remédio mais eficaz contra o medo da morte. Desde que o mundo existe, não deixaram os homens de procurar remédios contra a morte. Um desses remédios é a prole: a sobrevivência nos filhos. Era o remédio principal para o crente do Antigo Testamento. Outro é a fama. “Não morrerei todo – dizia o poeta latino (Horácio) – restarão os meus escritos, a minha fama.” Outro remédio ainda, ligado à ideologia marxista, chama-se “o gênero”, ou “a espécie”: o homem passa como individuo e como pessoa, mas sobrevive no gênero humano que é imortal. Atualmente se difunde a crença num novo remédio: a reencarnação. “Os que professam essa doutrina como parte integrante de sua cultura e religião, sabem o que seja realmente a reencarnação, sabem que ela não é um remédio e um consolo, mas um castigo. Não é uma prorrogação concedida para o gozo, mas para a purificação. Reencarnar-se a alma porque ainda tem algo para expiar, e para expiar devera sofrer. De mais a mais que crueldade!” (Cf. CATALAMESSA, 1992, p. 44).

    Portanto, para tal problema do medo da morte temos apenas uma solução: demonstrar o verdadeiro rosto de Deus. Vale-nos o salmo oitavo: que é o homem, senhor, para dele te lembrares, e um filho de Adão para, para vires visitá-lo? (Sal 8). Somente Jesus Cristo é o remédio verdadeiro para a morte; e ai de nós cristãos se não o anunciamos ao mundo. Demonstrar que nem a morte nem a vida poderão separar-nos do amor de Deus que esta em Cristo Jesus nosso senhor (Cf. Rm 8,38).

Padre José Luís de Araújo Paiva

Advento

     Advento é o tempo de espera e preparo para o natal, é uma preparação espiritual para celebrar a vinda do menino Jesus.

    É tempo para pensar sobre o sentido da vida, fé e esperança, tempo em que Deus nos convida a buscar espiritualidade, hospitalidade e acolhida.

    O advento começa nas quatro semanas que antecedem o natal e é simbolizado pela coroa do Advento que, por meio de seu formato circular e de suas cores, silenciosamente expressa a esperança e convida à alegre vigilância

     Na coroa, também são colocadas quatro velas referentes a cada domingo que antecede o Natal. A luz vai aumentando à medida em que se aproxima o Natal, festa da luz que é Cristo, quando a luz da salvação brilha para toda humanidade.

    Que o tempo do advento nos prepare para voltarmos ao que é mais pleno e puro na vida desejada por Deus.

Pascom – Pastoral da Comunicação

CatequInformando

    Para que estagio Crismal?

    Conforme definição nos dicionários estágio significa: período, fase tempo de prática para exercício de uma função.

    Na caminhada de preparação para a Crisma, é oferecido aos crismandos esse rico tempo que é chamado: Estágio Crismal.

    O Sacramento da Crisma é o Sacramento da maturidade, de assumir a fé recebida no Batismo. Aderir ao Projeto de Jesus, testemunhando sua mensagem na comunidade.

    Todos os anos mais de uma centena de jovens e adultos são crismados. Deveriam continuar nas comunidades participando, colocando seus dons a serviço.

    No entanto, poucos os que perseveraram.

    Penso que, se realmente esse tempo do estágio, programado para conhecer as pastorais, fosse realizado com seriedade, apresentando uma Igreja acolhedora, alegre, ética ficariam seduzidos.

    Porque nesse período o crismando tem contato com as pastorais, serviços e movimentos, conhecendo seu funcionamento, seus carismas e podem decidir a permanecer naquela que mais se identificou após a Crisma.

    Ainda há uma resistência com o estágio Crismal, talvez por desconhecimento; deixando passar a oportunidade de aprendizado.

    Estagiando se aprende, principalmente quando as pastorais são organizadas, quando existe entre seus membros vínculo fraterno e unidade.

    Tornado-se ambiente de adesão aos novos integrantes.

    Para isso se faz estagio na preparação da Crisma, para conhecer a realidade comunitária e paroquial, os serviços ai executados em prol do Reino.

    Deus deu a cada um, dons que devem ser usados para o crescimento comum e fraterno.

Edinha

O Dom da Vida

    Amigos e Amigas, fomos criados num processo de amor. E tudo o que provêm do amor é dom.

     A vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom de Deus para o mundo. Assim, esse dom maior que é a nossa vida, deve ser cultivado, cuidado, e acima de tudo preservado. Vale lembrar que todos os dias somos surpreendidos com fatos que atentam contra a dignidade da pessoa humana e é claro da própria vida.

    Viver é uma vocação à qual somos chamados a viver plenamente. E é justamente a elevação desta vocação que revela a grandeza e o valor da vida humana. É na vida sobrenatural que todos os aspectos e momentos da nossa vida natural adquirem pleno significado e grandiosa importância. Se de fato colocamos em nossa mente que a vida é um dom de Deus não podemos viver de forma desenfreada, deixando de lado a razão e vivendo apenas por viver. Devemos viver na prática do amor e na busca de uma vida melhor com mais igualdade e fraternidade.

    Uma vida não é só um momento. Pense bem, cada vez mais as nossas vidas são roubadas de nós por diversas formas de não vida, e abraçamos tudo o que o mundo nos oferece: drogas, prostituição, bebidas, individualismo, consumismo e muito mais.

    Assim, caminhamos por caminhos tristes, tortuosos. Mas não podemos deixar que esses mecanismos de infelicidade corrompam nossa condição de pessoas humanas, que são criadas a imagem e semelhança de Deus para um projeto maior e digno de amor e paz.

    O olhar atento do pai, da mãe, do amigo, do professor, ou seja, quem nos quer bem é sempre um motivo para celebrar: podemos e temos que ser dom para os outros. Então, coloque seus dons a disposição da sociedade, faça alguma coisa, e não se abale por mesquinharias, que só traz dor e sofrimento.

    Viver pode ser um grande desafio, mas quando nos colocamos no lugar de criaturas criadas por amor e para o amor encontramos forças para viver feliz esse dom tão especial que é a nossa vida.

Natanael Oliveira Diniz

A Presença Viva de Cristo Ressuscitado

    No Antigo Testamento, Deus se revela como aquele que criou o mundo por amor. Em Jesus Cristo, seu único filho, Deus mostra-nos toda a profundidade do seu misericordioso amor e, por meio de Cristo, torna-se visível o Deus invisível.

    O pecado foi a única condição que não estava em Cristo, mas ele se rebaixou como pessoa humana, carregando os pesos dos nossos pecados. O apóstolo Paulo relata que pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos(Rm 5,19). Portanto, através de Jesus Cristo, Deus inaugura o caminho para a salvação que se estende para todas as gerações.

    O Concílio de Trento (1545 - 1563) nos ensina que a Santíssima Paixão de Cristo no madeiro da cruz, mereceu-nos a Justificação e o princípio de salvação eterna. Na cruz, Jesus realiza o início da Igreja, que é Una, Santa, Católica e Apostólica. Esta Igreja, na qual somos o corpo de Cristo, somos convidados a olhar para cruz e contemplar a vitória de Cristo Ressuscitado presente no meio de nós.

    A cruz é o único sacrifício de Cristo. Deus nos chama a “tomar a nossa cruz” seguindo o próprio Cristo, pois, ele sofreu por nós e Deixou-nos um exemplo, a fim de que sigamos seus passos. Não devemos pedir a Deus que tire a nossa cruz, mas é necessário implorar a ternura de Deus, para que assim, a exemplo de Cristo, consigamos suportar pacientemente a nossa cruz e um dia podermos contemplar Deus face a face no Reino definitivo.

    Somos chamados a contemplar a ressurreição a partir da Pessoa Divina de Cristo, que unifica sua alma e seu corpo, separados pela morte. São Gregório de Nissa, um dos primeiro padres da Igreja, diz que: “Pela unidade da natureza Divina, que permanece presente em cada um das duas partes do homem, estas se unem novamente. Assim a morte se produz pela separação do composto humano, e a ressurreição pela união das duas partes separadas”.

    A ressurreição constitui antes de tudo a confirmação do que o próprio Cristo fez e ensinou. São Paulo em sua primeira carta à comunidade de Corinto menciona que, se Cristo não ressuscitou vazia é a nossa pregação, vazia é também a nossa fé. Nesse sentido o catecismo da Igreja Católica afirma que: “Todas as verdades, mesmo as mais inacessíveis ao espírito humano, encontram sua Justificação se, ao Ressuscitar, Cristo deu à prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade Divina.”

    Com a ressurreição de Cristo, acontece o cumprimento das promessas do Antigo Testamento e do próprio Jesus durante sua vida terrestre. Finalmente, a ressurreição de Cristo é princípio e fonte de nossa ressurreição futura: “Cristo Ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram...” Assim como todos morreram em Adão, em Cristo todos receberão a vida (1Cor 15,20-22). Assim, depositemos a nossa fé em Cristo, para que, a alegria do ressuscitado seja a nossa força.

Charles Arvelos Rocha
Seminarista do 1º ano de Filosofia
Seminário Maior “Dom José André Coimbra”

Dia dos Fiéis Defuntos

    No dia 2 celebramos a memória dos fieis defuntos, nossos falecidos, daqueles que estiveram conosco e hoje estão na eternidade, os “finados”, aqueles que chegaram ao fim da vida terrena e já começaram a vida eterna. Portanto, não estão mortos, estão vivos, mais até do que nós, na vida que não tem fim, “vitam venturi saeculi”. Sua vida não foi tirada, mas transformada. Por isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da esperança cristã, não com desespero pensando que tudo acabou. Uma nova vida começou eternamente.

    Os santos encaravam a morte com esse espírito de fé e esperança. Assim São Francisco de Assis, no cântico do Sol: “Louvado sejais, meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum homem pode fugir. Ai daqueles que morrem em pecado mortal. Felizes dos que a morte encontra conformes à vossa santíssima vontade. A estes não fará mal a segunda morte”. “É morrendo que se vive para a vida eterna!”. S. Agostinho nos advertia, perguntando: “Fazes o impossível para morrer um pouco mais tarde, e nada fazes para não morrer para sempre?”

    Quantas boas lições nos dá a morte. Assim nos aconselha o Apóstolo São Paulo: “Enquanto temos tempo, façamos o bem a todos” (Gl 6, 10). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é um lucro... Tenho o desejo de ser desatado e estar com Cristo” (Fl 1, 21.23). “Eis, pois, o que vos digo, irmãos: o tempo é breve; resta que os que têm mulheres, sejam como se as não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura deste mundo passa” (1 Cor 7, 29-31).

    Diz o célebre livro A Imitação de Cristo que bem depressa se esquecem dos falecidos: “Que prudente e ditoso é aquele que se esforça por ser tal na vida qual deseja que a morte o encontre!... Não confies em amigos e parentes, nem deixes para mais tarde o negócio de tua salvação; porque, mais depressa do que pensas se esquecerão de ti os homens. Melhor é fazeres oportunamente provisão de boas obras e enviá-las adiante de ti, do que esperar pelo socorro dos outros” (Imit. I, XXIII). O dia de Finados foi estabelecido pela Igreja para não deixarmos nossos falecidos no esquecimento.

    Três coisas pedimos com a Igreja para os nossos falecidos: o descanso, a luz e a paz. Descanso é o prêmio para quem trabalhou. O reino da luz é o Céu, oposto ao reino das trevas que é o inferno. E a paz é a recompensa para quem lutou. Que todos os que nos precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles. Amém

Dom Fernando Arêas Rifan

    Muitas pessoas passaram pelo cemitério local de Patrocínio neste dia 2 de Novembro. Elas foram aos túmulos de seus entes queridos com orações, velas e flores, homenageando parentes e amigos que partiram dessa vida.

    Durante todo o dia houve grande movimento de visitantes no local, sendo que, os pontos altos das reflexões sobre o dia dos mortos foram às celebrações eucarísticas que nos fizeram lembrar de olhar para o futuro e ter o conforto de saber que o destino está em Deus e que a morte nada mais é do que o nascimento para a vida eterna.

    Às 09h00min a celebração foi presidida pelo Pároco da Paróquia São José, o Padre José Marcos e às 17h00min foi presidida pelo Pároco da Paróquia Santa Terezinha, o Padre José Ricardo.

Pascom - Pastoral da Comunicação

Galeria de Fotos:

DNJ - Dia Nacional da Juventude

DNJ 2012 reúne 2.000 jovens em Monte Carmelo

    Com muita oração e animação, os jovens da Diocese de Patos de Minas se encontraram no dia 21 de outubro em Monte Carmelo para a realização de mais um Dia Nacional da Juventude. Cerca de 2000 jovens vieram das diversas paróquias para celebrar a força de uma juventude que tem como opção de vida o seguimento a Cristo.

    Os jovens foram recebidos com muita festa pela comunidade de Monte Carmelo, e após o café da manhã, Padre Sinésio, Assessor Diocesano da Juventude, fez a abertura do Encontro dando boas vindas a todos os jovens e fazendo a oração inicial.

    Em seguida, Irmã Lúcia da Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo, abordou o tema do Encontro “Juventude e Vida”, falando aos jovens sobre vocação, sua opção de vida e a importância de serem anunciadores do Cristo.

    Após esse momento, a equipe de coordenação da Acolhida dos Símbolos da JMJ apresentou aos jovens como está sendo a preparação da Diocese para a Jornada Mundial da Juventude no próximo ano, no Rio de Janeiro. Aproveitando o momento de Encontro, realizou também uma reunião, no anfiteatro do Colégio Nossa Senhora do Amparo, com os jovens voluntários que foram selecionados para ajudar na organização da Acolhida, e que serão a delegação oficial da Diocese na JMJ.

    Encerrando a parte da manhã, Padre Olivar, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Monte Carmelo fez uma meditação, levando inclusive alguns jovens presentes a darem seu testemunho sobre a transformação de vida, após o Encontro com Cristo.

    Intercalando as palestras jovens da Paróquia Bom Pastor de Monte Carmelo e da Paróquia São José Operário de Carmo do Paranaíba fizeram belas apresentações retratando os desafios dos jovens cristãos no mundo de hoje. Além disso, o DNJ foi animado por um grupo de cantores jovens das três paróquias de Monte Carmelo que empolgaram e alegraram ainda mais o Encontro.

    Após o almoço, Dom Cláudio, Bispo Diocesano, falou aos jovens sobre o momento especial que vive a Igreja do Brasil e em especial a Diocese de Patos de Minas com a preparação para a JMJ. Na oportunidade lançou oficialmente a Acolhida dos Símbolos da JMJ que acontecerá no Parque de Exposições de Patos de Minas nos dias 9 e 10 de março e a Semana Missionária que acontecerá de 16 a 22 de julho, e contará com a vinda de centenas de jovens estrangeiros para uma partilha de fé e cultura com os jovens da Diocese.

    Dom Cláudio fez também os lançamentos do Manual de Preparação Espiritual para a Acolhida e da campanha Ação Evangelizadora “Rio que cresce entre nós” para que os jovens evangelizem, busquem doações para os trabalhos de preparação da JMJ e concorram a três viagens para a JMJ no Rio de Janeiro.

    Além disso, Dom Cláudio preparou uma surpresa para os jovens e presenteou a cada um, com um YOUCAT (Catequese Jovem) para que os grupos possam estudar e conhecer melhor sua fé e sua Igreja, e assim tornar-se cada vez mais discípulos missionários, promovendo a evangelização em suas comunidades.

    Em seguida, os jovens fizeram uma bela procissão com a réplica da Cruz da JMJ que está percorrendo a Diocese e com imagem de Nossa Senhora do Carmo, saindo do Espaço Cultural até a Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo, onde foi realizada a celebração de encerramento do Encontro presidida por Dom Cláudio. Após a missa, foi exibido o Vídeo Promocional da Diocese para a JMJ.

    O DNJ despertou nos jovens o desejo de fazerem parte da preparação da Diocese para a Jornada Mundial da Juventude em seus grupos e paróquias, e mais do que isso, os animou em sua missão de evangelizar outros jovens, em busca daqueles que estão afastados da Igreja ou que ainda não tiveram a oportunidade de se encontrar com Cristo.

PJ - Pastoral da Juventude

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Mensageiro - Novembro de 2012

O Mensageiro - Novembro de 2012

Órgão Informativo da Paróquia Santa Terezinha

Patrocínio MG - Diocese de Patos de Minas

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domingo, 4 de novembro de 2012

Fotos do Congresso Provincial da Pastoral Familiar

3º CONGRESSO DA PASTORAL FAMILIAR

PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE UBERABA
(Formada pelas dioceses de: Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Patos de Minas)

Tema: "A FAMÍLIA: O TRABALHO E A FESTA"
Lema: "TEMPO PARA O SENHOR E A FAMÍLIA"

3 E 4 de NOVEMBRO 2012 - DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Local: Centro Paroquial Santa Terezinha - Av. Paranaíba, 1.495 - Centro - Patos de Minas MG

Veja a Galeria de Fotos:

Contato: pastoralfamiliarmdpm@gmail.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Congresso Provincial da Pastoral Familiar

3º CONGRESSO DA PASTORAL FAMILIAR

PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE UBERABA
(Formada pelas dioceses de: Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Patos de Minas)

Tema: "A FAMÍLIA: O TRABALHO E A FESTA"
Lema: "TEMPO PARA O SENHOR E A FAMÍLIA"

3 E 4 de NOVEMBRO 2012

DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Local: Centro Paroquial Santa Terezinha - Av. Paranaíba, 1.495 - Centro - Patos de Minas MG
Contato: pastoralfamiliarmdpm@gmail.com
INFORMAÇÕES: Evandro e Dirce - Fone: (34) 3834-1448

Muito obrigado pela visita!!!

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