sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CatequInformando


2009: Ano Catequético Nacional
10 anos da Paróquia Santa Terezinha


Como já mencionamos anteriormente, o quanto é significativo esse ano celebrarmos o Ano Catequético Nacional, juntamente com o décimo ano de nossa paróquia. Estudando o texto base e artigos do catequista Alberto Meneguzzi, que tão bem cita o exemplo de Santa Terezinha.

Revendo um pouco da história desta santa, que viveu apenas 24 anos e morreu vítima de tuberculose. Ela ingressou muito cedo num convento, com apenas 16 anos, e teve que ser autorizada pelo papa Leão XIII para tornar-se carmelita. Quando se tornou uma delas, Santa Teresinha deu-se conta que o convento não era o que ela sonhara para si. Tudo funcionava dentro da normalidade, mas faltava o principal – a santidade evangélica. Santa Terezinha foi incompreendida por algumas das irmãs, maltratada por outras. Mesmo assim, ela foi transformando em estímulos de santificação as incompreensões, os maus tratos, a mediocridade, trocando o mal por bem, espinho por flor e cara feia por sorriso.

E assim foi levando a sua vida, na certeza que deveria ser diferente de tudo aquilo que estava recebendo das suas colegas irmãs. A partir de 1896, aos 23 anos, Teresa começou a sentir os primeiros sintomas da tuberculose. Se não bastassem as dores físicas, nos últimos dezoito meses de sua breve existência, enfrentou uma dramática crise espiritual. Chegou a questionar a existência de Deus na sua vida. Disse um dia “Meu paraíso consiste em sorrir para um Deus que adoro quando ele faz questão de esconder-se para provar a minha fé...”.

Santa Teresinha morreu um ano depois, aos 24 anos, em 1897, exclamando:

Oh! “Eu te amo, meu Deus, eu te amo”.

Santa Teresinha do Menino Jesus não fez, na sua breve passagem terrena, nada de extraordinário, mas tudo o que fez, realizou extraordinariamente bem.

O exemplo desta santa nos faz pensar na catequese. Passamos por diversas provações na relação com outros catequistas, com pais, crianças e jovens. O estresse é muito grande e em muitas ocasiões se tornam crises quase sem solução. E qual é a nossa postura em relação a este tipo de situação? De desistir, imediatamente do que estamos fazendo, e ir em busca de algo diferente ou enfrentar, com resignação e paciência, as provocações que Deus nos coloca na nossa frente? Santa Teresinha enfrentava isso, repito, trocando o mal pelo bem, o espinho por flor, a cara feia por sorriso. É difícil ser assim, mas será que não podemos pelo menos tentar quando nos depararmos com situações como esta?

Quem de nós, catequistas, mesmo estando na caminhada como catequista ou em outra pastoral ou serviço, já não enfrentou uma crise de fé, já não questionou até mesmo a presença de Deus? Ao mesmo tempo, imediatamente, Deus nos dá provas consistentes da sua existência e nos faz continuar acreditando nos seus desígnios.

Podemos, como catequistas, não fazer coisas extraordinárias na nossa catequese. Mas temos obrigação de nos empenharmos ao máximo, para fazermos tudo, mesmo que seja pouco, extraordinariamente bem.


Edinha
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