segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dia Nacional da Adoção

25 de Maio - DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

Em 1996, representantes dos 14 grupos de Apoio à Adoção existentes no Brasil se reuniram em Rio Claro, interior de São Paulo, no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção, nos dias 24 e 25 de maio. Na ocasião o grupo elegeu o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Seis anos depois o projeto de lei foi sancionado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Nasceu assim oficialmente o DIA NACIONAL DA ADOÇÃO.

É importante lembrar que a adoção não é a última maneira de se ter um filho, mas sim, outra forma de ser pai e mãe, apesar de que esse é um dos problemas mais comuns relacionados à adoção, o fato da criança adotada sempre ser vista como o último recurso para se tornar realidade a tão sonhada maternidade e paternidade.

A chegada de uma criança na família é um momento de muita alegria, e deve sim ser muito festejado, seja essa criança adotiva ou biológica. É nesse momento que se demonstra o quanto ela foi esperada e desejada, e que será sempre muito amada pelos pais e por todos familiares.

Ser pai e mãe do coração é acolher uma criança de forma pura, sem nenhum porque ou pra que. Costumam dizer que quem adota está fazendo um bem a uma criança, o que realmente é verdade, mas no fundo está acontecendo o contrário, essa criança é quem está fazendo um bem a esse casal. A convivência diária com esse ser tão indefeso, tão carente de afeto e proteção, faz com que a vida seja vista de uma forma mais bela e valiosa, onde pequenas atitudes se tornam grandes feitos, basta um sorriso, um toque de carinho ou apenas um olhar...

Daí surge uma pergunta: Como alguém pode transformar tanto a vida das pessoas? Como pode preencher completamente aqueles pequenos espaços vazios? Isso se chama amor.

Esse amor que vai nascendo a cada dia e se multiplicando, um sentimento que chega a doer, uma necessidade de estar ali juntinho, grudadinho.

Filho a gente não escolhe, nós simplesmente acolhemos aqueles que Deus nos confia, e aí sim, temos a obrigação de cuidar e zelar por essa vida, ensinando-lhe o que é certo.

Devemos mudar nossos pensamentos e conceitos em relação a esse assunto, esquecer todos os comentários e mitos que o cercam, e demonstrar todo carinho e todo o amor que somos capazes de sentir, fazendo com que eles se sintam verdadeiramente parte de nós mesmos, sendo realmente nossos filhos.

Enfim o maior requisito para adotar uma criança, é a disponibilidade de amar. Ser pai ou mãe, não é só gerar, é antes de tudo, amar.

Adoção um ato de coragem e um verdadeiro ato de amor!!!

Milton e Raquel Cunha - Pastoral Familiar

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