sábado, 17 de novembro de 2012

Festa de Nossa Senhora Aparecida

    A comunidade Nossa Senhora Aparecida, no bairro Amir Amaral, esteve em festa, celebrando o dia da Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. Nossa mãezinha que intercede a Jesus por nós. Se nossas mães aqui da terra são tão boas, fazem de tudo por seus filhos, querem tão bem, se dedicam tanto e se preciso fosse daria a vida por seus filhos, imaginem o que faz Nossa Senhora por todos nós lá no céu. Mas nós somos muitos e temos sempre um pedido a fazer, por isso coloquemos no colo de Maria, confiemos e aguardemos a graça e a hora de Deus, não é do nosso jeito e na nossa hora que as coisas acontecem.

    Assim, celebramos a festa de Nossa Senhora Aparecida, com muita devoção tivemos a caminhada dos devotos, celebração todos os dias e para confraternizar uma animada barraquinha. No encerramento tivemos a procissão pelas ruas do bairro.

    Obrigado a todos que ajudaram, de uma forma ou de outra, na realização desta festa, principalmente aos festeiros e a nossos incansáveis Padres, Pe. José Ricardo e Pe. José Luís.

Pascom - Pastoral da Comunicação

Galeria de Fotos:

“Estudai o Catecismo!”

    Este é o pedido do Papa Bento XVI aos jovens e fiéis feito pelo YOUCAT (Young Catecism, Catecismo Jovem em inglês), que foi distribuído na ocasião do DNJ (Dia Nacional da Juventude) ocorrido no mês de outubro em Monte Carmelo-MG, preparando o coração dos jovens para a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio de Janeiro no ano de 2013.

    Isto nos leva a refletir qual a real importância do estudo do catecismo, e como este deve ser feito. “Quanto mais conhecemos a igreja, mais a amamos!” diz o prof. Felipe Aquino em um de seus programas, “Escola da Fé” que é transmitido todas as quintas-feiras na TV Canção Nova. Em outra obra escrita pelo professor, o livro “O Catecismo da Igreja de A a Z”, ele mostra como o catecismo pode esclarecer as dúvidas sobre a igreja católica e formar um autentico cristão.

    Desde o começo da igreja os apóstolos se preocupavam com a formação do povo. São Paulo, ao escrever a São Tito e São Timóteo, os primeiros bispos, recomendou que tivessem todo o cuidado com a “sã doutrina”, como é citado na Bíblia: “seja firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem” (Tt 1,9). Depois grandes bispos e padres da igreja como, Santo Agostinho, Santo Atanásio, Santo Ambrósio, e tantos outros catequizavam o povo de Deus ensinando-os a doutrina.

    Nos dias de hoje, a melhor fonte de conhecimento da nossa doutrina é o Catecismo da Igreja Católica, aprovado em 1992 pelo Papa João Paulo II que pediu para que todos os Pastores da Igreja repassassem os ensinamentos contidos no catecismo. Este pedido é agora reforçado pelo seu sucessor e é oferecido a todo homem que nos pergunte a razão da nossa esperança e queira conhecer tudo àquilo em que a igreja católica crê.

Seminarista Guilherme Botelho,
Seminário Menor de Patrocínio

Cristo Rei do Universo

     “Meu Reino não é deste mundo”, disse Jesus.

    No último domingo do ano litúrgico, fechamos as celebrações religiosas com a festa de Cristo, rei de um mundo de outros valores, de outra verdade. E, diferente do ano civil, o novo ano litúrgico começa no Advento, que é o tempo de preparação para a chegada do Salvador, no Natal.

    Como Rei do Universo, princípio e fim de toda a criação, ele veio para apresentar o seu Reino a este mundo e mostrar à humanidade, criatura divina, que é o princípio, seu único objetivo durante a vida sobre a terra: o fim – a finalização de tudo e de todos no amor, Deus.

    Como Cristãos batizados, temos, por vocação, a missão de construir outro mundo possível e urgentemente necessário, baseado no amor de Deus. Olhando o reinado de Jesus Cristo é hora de pararmos um instante e verificarmos quais valores estamos buscando em nossa correria destes tempos. Muitas vezes corremos tanto, levamos pesados fardos, estamos cansados, porém, na direção errada e não visualizamos a coroa da vitória, a felicidade plena. Somos cidadãos do céu e nosso rei é Jesus, cujo reino deve iniciar aqui para plenificar na eternidade.

    Paz e Bem!

Lourdes Barbosa.

Estado Permanente de Missão

    Sintonizados com o Documento de Aparecida a Igreja convida os fieis leigos a retomarem ao estado original de discípulos missionários. O “estado permanente de missão” esta orientado pelo DGAE (Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil-2011/2005-N° 30), que aponta como objetivo um olhar especial as famílias colocando em sintonia com o trabalho realizado nas paróquias animando-as a se integrarem em alguma pastoral.

    Toda a Igreja é chamada a ser missionária a levar a mensagem de Jesus Cristo, mas antes de qualquer tipo de missão, é preciso conhecer a comunidade a ser trabalhada. Por isso, serão feitos uma nucleação de toda a paróquia visando um inicio de trabalho, a partir das comunidades pequenas. Imitando a Cristo, os novos missionários partiram de lar-em-lar levando somente o necessário para se realizar uma dialogo evangelizador e para colher informações e dando a conhecer aos que se encontram afastados a comunidade e seus movimentos religiosos; celebrações da Santa Missa, encontros de formação, espiritualidade, etc.

    Jesus sempre visitou, mas não esperava o povo, ia ao povo, e este, sentindo-se bem acolhido, ia ao seu encontro, apertando-se ao seu redor para ouvir Palavra de Deus (Lc 5,1). Nas visitas os missionários carregam o mesmo sonho de Jesus, despertando caminhos de conversão, fortalecendo esperança, denunciando contravalores, articulando energias novas.

    Os missionários não desanimam diante de possíveis desculpas; não jogam pragas quando não são bem acolhidos. Sabem pedir desculpa ou perdão quando necessário. Seguirão caminhando, com humildade, com serenidade de júbilo interior, como fazia Francisco de Assis quando alguma porta a ele se fechava. Sempre com a certeza de que bons terrenos irão aparecer.

Jeilson Neves da Silva
Seminarista, cursando 3º ano de Filosofia
Seminário Maior “Dom José André Coimbra”

Galeria de Fotos:

Os Cristãos Diante da Morte

     No dia 2 de novembro celebramos o dia de finados e perguntamos: Como vivem os cristãos a novidade trazida por Cristo, a sua vitória sobre a morte? A está pergunta Catalamessa responde que “a morte, como a língua materna, nós aprendemos a conhecê-la vivendo, ouvindo como falam sobre ela, qual a atitude das pessoas quando ouvem nomeá-la” (CATALAMESSA, 1992, p. 25).

    Vemos que a predominância da linguagem sobre a morte foi a sapiencial e não a mistérica. Nos cantos populares, nos epitáfios, em pregações fúnebres, em tudo era citado o Eclesiastes. Nas artes, criptas sempre apareciam as caveiras denotando que a morte era vista como essencialmente a mestra da vida, o escarmento dos vícios, uma pedagoga severa (Cf. CATALAMESSA, p.1992, 28). Até mesmo os quadros dos santos traziam a caveira com essa denotação.

    Mas com o passar do tempo houve uma redescoberta e esse tipo de religiosidade passou. Para haver tal renascimento antes passou por uma época de crise. O positivismo, o marxismo, e toda uma corrente não-crente acusavam os cristãos de infidelidade a terra (Cf. CATALAMESSA, 1992, p. 31). Do mesmo modo que a ideia da morte foi aos poucos desterrada aconteceu com a ideia de eternidade. Na pregação cristã se vê pouco falar de vida eterna de esperanças escatológicas. Isto revela o quanto de desejo de vida eterna a humanidade tem.

    O mundo secular procurou banir tudo que se referia a morte, cemitérios distantes das cidades, Igrejas proibidas de tocarem sinos fúnebres. Assim pensava que poderia eliminar a morte eliminado sua lembrança.

    É preciso uma retomada e uma renovação de uma pregação cristã autentica dos Novíssimos. Salvando o que tinha de bom a espiritualidade passada e inserindo-a em um novo contexto que corresponda às necessidades da Igreja atual. Sobre isso vemos que “o rito das exéquias deve exprimir mais claramente a índole pascal da morte crista” (SC, 81).

    No Concilio Vaticano II há um grande esforço para redescobrir a visão da morte numa perceptiva pascal e mistérica. Nos prefácios e nas orações pelos falecidos há esse mesmo esforço, da vivencia da fé pascal. Portanto, aos poucos está havendo esta redescoberta da fé, vivendo profundamente o mistério a ressurreição.

    Assim, São Paulo nos oferece de modo sucinto o sentido de nossa vida, firmando uma verdade de fé crista: “De fato, nenhum de nós vive para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo. Pois, se vivemos, é para o Senhor que vivemos; se morremos, é para o Senhor que morremos. Quer vivamos, quer morramos, pertencemos a nosso Senhor” (Rm 14,7-8). Esta passagem tem um profundo significado teológico sobre a escatologia. Significa que, depois de Cristo, a contradição máxima não está entre o viver e o morrer, mas entre o viver para si e o viver para o Senhor. Para quem vive para o senhor, morte e vida são apenas duas maneiras diversas de estar com ele: primeiro no perigo, depois na segurança.

    No dia de finados celebramos também o amor de Deus. A demonstração do amor de Deus ao homem é o remédio mais eficaz contra o medo da morte. Desde que o mundo existe, não deixaram os homens de procurar remédios contra a morte. Um desses remédios é a prole: a sobrevivência nos filhos. Era o remédio principal para o crente do Antigo Testamento. Outro é a fama. “Não morrerei todo – dizia o poeta latino (Horácio) – restarão os meus escritos, a minha fama.” Outro remédio ainda, ligado à ideologia marxista, chama-se “o gênero”, ou “a espécie”: o homem passa como individuo e como pessoa, mas sobrevive no gênero humano que é imortal. Atualmente se difunde a crença num novo remédio: a reencarnação. “Os que professam essa doutrina como parte integrante de sua cultura e religião, sabem o que seja realmente a reencarnação, sabem que ela não é um remédio e um consolo, mas um castigo. Não é uma prorrogação concedida para o gozo, mas para a purificação. Reencarnar-se a alma porque ainda tem algo para expiar, e para expiar devera sofrer. De mais a mais que crueldade!” (Cf. CATALAMESSA, 1992, p. 44).

    Portanto, para tal problema do medo da morte temos apenas uma solução: demonstrar o verdadeiro rosto de Deus. Vale-nos o salmo oitavo: que é o homem, senhor, para dele te lembrares, e um filho de Adão para, para vires visitá-lo? (Sal 8). Somente Jesus Cristo é o remédio verdadeiro para a morte; e ai de nós cristãos se não o anunciamos ao mundo. Demonstrar que nem a morte nem a vida poderão separar-nos do amor de Deus que esta em Cristo Jesus nosso senhor (Cf. Rm 8,38).

Padre José Luís de Araújo Paiva

Advento

     Advento é o tempo de espera e preparo para o natal, é uma preparação espiritual para celebrar a vinda do menino Jesus.

    É tempo para pensar sobre o sentido da vida, fé e esperança, tempo em que Deus nos convida a buscar espiritualidade, hospitalidade e acolhida.

    O advento começa nas quatro semanas que antecedem o natal e é simbolizado pela coroa do Advento que, por meio de seu formato circular e de suas cores, silenciosamente expressa a esperança e convida à alegre vigilância

     Na coroa, também são colocadas quatro velas referentes a cada domingo que antecede o Natal. A luz vai aumentando à medida em que se aproxima o Natal, festa da luz que é Cristo, quando a luz da salvação brilha para toda humanidade.

    Que o tempo do advento nos prepare para voltarmos ao que é mais pleno e puro na vida desejada por Deus.

Pascom – Pastoral da Comunicação

CatequInformando

    Para que estagio Crismal?

    Conforme definição nos dicionários estágio significa: período, fase tempo de prática para exercício de uma função.

    Na caminhada de preparação para a Crisma, é oferecido aos crismandos esse rico tempo que é chamado: Estágio Crismal.

    O Sacramento da Crisma é o Sacramento da maturidade, de assumir a fé recebida no Batismo. Aderir ao Projeto de Jesus, testemunhando sua mensagem na comunidade.

    Todos os anos mais de uma centena de jovens e adultos são crismados. Deveriam continuar nas comunidades participando, colocando seus dons a serviço.

    No entanto, poucos os que perseveraram.

    Penso que, se realmente esse tempo do estágio, programado para conhecer as pastorais, fosse realizado com seriedade, apresentando uma Igreja acolhedora, alegre, ética ficariam seduzidos.

    Porque nesse período o crismando tem contato com as pastorais, serviços e movimentos, conhecendo seu funcionamento, seus carismas e podem decidir a permanecer naquela que mais se identificou após a Crisma.

    Ainda há uma resistência com o estágio Crismal, talvez por desconhecimento; deixando passar a oportunidade de aprendizado.

    Estagiando se aprende, principalmente quando as pastorais são organizadas, quando existe entre seus membros vínculo fraterno e unidade.

    Tornado-se ambiente de adesão aos novos integrantes.

    Para isso se faz estagio na preparação da Crisma, para conhecer a realidade comunitária e paroquial, os serviços ai executados em prol do Reino.

    Deus deu a cada um, dons que devem ser usados para o crescimento comum e fraterno.

Edinha

Muito obrigado pela visita!!!

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