sábado, 17 de novembro de 2012

O Dom da Vida

    Amigos e Amigas, fomos criados num processo de amor. E tudo o que provêm do amor é dom.

     A vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom de Deus para o mundo. Assim, esse dom maior que é a nossa vida, deve ser cultivado, cuidado, e acima de tudo preservado. Vale lembrar que todos os dias somos surpreendidos com fatos que atentam contra a dignidade da pessoa humana e é claro da própria vida.

    Viver é uma vocação à qual somos chamados a viver plenamente. E é justamente a elevação desta vocação que revela a grandeza e o valor da vida humana. É na vida sobrenatural que todos os aspectos e momentos da nossa vida natural adquirem pleno significado e grandiosa importância. Se de fato colocamos em nossa mente que a vida é um dom de Deus não podemos viver de forma desenfreada, deixando de lado a razão e vivendo apenas por viver. Devemos viver na prática do amor e na busca de uma vida melhor com mais igualdade e fraternidade.

    Uma vida não é só um momento. Pense bem, cada vez mais as nossas vidas são roubadas de nós por diversas formas de não vida, e abraçamos tudo o que o mundo nos oferece: drogas, prostituição, bebidas, individualismo, consumismo e muito mais.

    Assim, caminhamos por caminhos tristes, tortuosos. Mas não podemos deixar que esses mecanismos de infelicidade corrompam nossa condição de pessoas humanas, que são criadas a imagem e semelhança de Deus para um projeto maior e digno de amor e paz.

    O olhar atento do pai, da mãe, do amigo, do professor, ou seja, quem nos quer bem é sempre um motivo para celebrar: podemos e temos que ser dom para os outros. Então, coloque seus dons a disposição da sociedade, faça alguma coisa, e não se abale por mesquinharias, que só traz dor e sofrimento.

    Viver pode ser um grande desafio, mas quando nos colocamos no lugar de criaturas criadas por amor e para o amor encontramos forças para viver feliz esse dom tão especial que é a nossa vida.

Natanael Oliveira Diniz

A Presença Viva de Cristo Ressuscitado

    No Antigo Testamento, Deus se revela como aquele que criou o mundo por amor. Em Jesus Cristo, seu único filho, Deus mostra-nos toda a profundidade do seu misericordioso amor e, por meio de Cristo, torna-se visível o Deus invisível.

    O pecado foi a única condição que não estava em Cristo, mas ele se rebaixou como pessoa humana, carregando os pesos dos nossos pecados. O apóstolo Paulo relata que pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos(Rm 5,19). Portanto, através de Jesus Cristo, Deus inaugura o caminho para a salvação que se estende para todas as gerações.

    O Concílio de Trento (1545 - 1563) nos ensina que a Santíssima Paixão de Cristo no madeiro da cruz, mereceu-nos a Justificação e o princípio de salvação eterna. Na cruz, Jesus realiza o início da Igreja, que é Una, Santa, Católica e Apostólica. Esta Igreja, na qual somos o corpo de Cristo, somos convidados a olhar para cruz e contemplar a vitória de Cristo Ressuscitado presente no meio de nós.

    A cruz é o único sacrifício de Cristo. Deus nos chama a “tomar a nossa cruz” seguindo o próprio Cristo, pois, ele sofreu por nós e Deixou-nos um exemplo, a fim de que sigamos seus passos. Não devemos pedir a Deus que tire a nossa cruz, mas é necessário implorar a ternura de Deus, para que assim, a exemplo de Cristo, consigamos suportar pacientemente a nossa cruz e um dia podermos contemplar Deus face a face no Reino definitivo.

    Somos chamados a contemplar a ressurreição a partir da Pessoa Divina de Cristo, que unifica sua alma e seu corpo, separados pela morte. São Gregório de Nissa, um dos primeiro padres da Igreja, diz que: “Pela unidade da natureza Divina, que permanece presente em cada um das duas partes do homem, estas se unem novamente. Assim a morte se produz pela separação do composto humano, e a ressurreição pela união das duas partes separadas”.

    A ressurreição constitui antes de tudo a confirmação do que o próprio Cristo fez e ensinou. São Paulo em sua primeira carta à comunidade de Corinto menciona que, se Cristo não ressuscitou vazia é a nossa pregação, vazia é também a nossa fé. Nesse sentido o catecismo da Igreja Católica afirma que: “Todas as verdades, mesmo as mais inacessíveis ao espírito humano, encontram sua Justificação se, ao Ressuscitar, Cristo deu à prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade Divina.”

    Com a ressurreição de Cristo, acontece o cumprimento das promessas do Antigo Testamento e do próprio Jesus durante sua vida terrestre. Finalmente, a ressurreição de Cristo é princípio e fonte de nossa ressurreição futura: “Cristo Ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram...” Assim como todos morreram em Adão, em Cristo todos receberão a vida (1Cor 15,20-22). Assim, depositemos a nossa fé em Cristo, para que, a alegria do ressuscitado seja a nossa força.

Charles Arvelos Rocha
Seminarista do 1º ano de Filosofia
Seminário Maior “Dom José André Coimbra”

Dia dos Fiéis Defuntos

    No dia 2 celebramos a memória dos fieis defuntos, nossos falecidos, daqueles que estiveram conosco e hoje estão na eternidade, os “finados”, aqueles que chegaram ao fim da vida terrena e já começaram a vida eterna. Portanto, não estão mortos, estão vivos, mais até do que nós, na vida que não tem fim, “vitam venturi saeculi”. Sua vida não foi tirada, mas transformada. Por isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da esperança cristã, não com desespero pensando que tudo acabou. Uma nova vida começou eternamente.

    Os santos encaravam a morte com esse espírito de fé e esperança. Assim São Francisco de Assis, no cântico do Sol: “Louvado sejais, meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum homem pode fugir. Ai daqueles que morrem em pecado mortal. Felizes dos que a morte encontra conformes à vossa santíssima vontade. A estes não fará mal a segunda morte”. “É morrendo que se vive para a vida eterna!”. S. Agostinho nos advertia, perguntando: “Fazes o impossível para morrer um pouco mais tarde, e nada fazes para não morrer para sempre?”

    Quantas boas lições nos dá a morte. Assim nos aconselha o Apóstolo São Paulo: “Enquanto temos tempo, façamos o bem a todos” (Gl 6, 10). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é um lucro... Tenho o desejo de ser desatado e estar com Cristo” (Fl 1, 21.23). “Eis, pois, o que vos digo, irmãos: o tempo é breve; resta que os que têm mulheres, sejam como se as não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura deste mundo passa” (1 Cor 7, 29-31).

    Diz o célebre livro A Imitação de Cristo que bem depressa se esquecem dos falecidos: “Que prudente e ditoso é aquele que se esforça por ser tal na vida qual deseja que a morte o encontre!... Não confies em amigos e parentes, nem deixes para mais tarde o negócio de tua salvação; porque, mais depressa do que pensas se esquecerão de ti os homens. Melhor é fazeres oportunamente provisão de boas obras e enviá-las adiante de ti, do que esperar pelo socorro dos outros” (Imit. I, XXIII). O dia de Finados foi estabelecido pela Igreja para não deixarmos nossos falecidos no esquecimento.

    Três coisas pedimos com a Igreja para os nossos falecidos: o descanso, a luz e a paz. Descanso é o prêmio para quem trabalhou. O reino da luz é o Céu, oposto ao reino das trevas que é o inferno. E a paz é a recompensa para quem lutou. Que todos os que nos precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles. Amém

Dom Fernando Arêas Rifan

    Muitas pessoas passaram pelo cemitério local de Patrocínio neste dia 2 de Novembro. Elas foram aos túmulos de seus entes queridos com orações, velas e flores, homenageando parentes e amigos que partiram dessa vida.

    Durante todo o dia houve grande movimento de visitantes no local, sendo que, os pontos altos das reflexões sobre o dia dos mortos foram às celebrações eucarísticas que nos fizeram lembrar de olhar para o futuro e ter o conforto de saber que o destino está em Deus e que a morte nada mais é do que o nascimento para a vida eterna.

    Às 09h00min a celebração foi presidida pelo Pároco da Paróquia São José, o Padre José Marcos e às 17h00min foi presidida pelo Pároco da Paróquia Santa Terezinha, o Padre José Ricardo.

Pascom - Pastoral da Comunicação

Galeria de Fotos:

DNJ - Dia Nacional da Juventude

DNJ 2012 reúne 2.000 jovens em Monte Carmelo

    Com muita oração e animação, os jovens da Diocese de Patos de Minas se encontraram no dia 21 de outubro em Monte Carmelo para a realização de mais um Dia Nacional da Juventude. Cerca de 2000 jovens vieram das diversas paróquias para celebrar a força de uma juventude que tem como opção de vida o seguimento a Cristo.

    Os jovens foram recebidos com muita festa pela comunidade de Monte Carmelo, e após o café da manhã, Padre Sinésio, Assessor Diocesano da Juventude, fez a abertura do Encontro dando boas vindas a todos os jovens e fazendo a oração inicial.

    Em seguida, Irmã Lúcia da Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo, abordou o tema do Encontro “Juventude e Vida”, falando aos jovens sobre vocação, sua opção de vida e a importância de serem anunciadores do Cristo.

    Após esse momento, a equipe de coordenação da Acolhida dos Símbolos da JMJ apresentou aos jovens como está sendo a preparação da Diocese para a Jornada Mundial da Juventude no próximo ano, no Rio de Janeiro. Aproveitando o momento de Encontro, realizou também uma reunião, no anfiteatro do Colégio Nossa Senhora do Amparo, com os jovens voluntários que foram selecionados para ajudar na organização da Acolhida, e que serão a delegação oficial da Diocese na JMJ.

    Encerrando a parte da manhã, Padre Olivar, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Monte Carmelo fez uma meditação, levando inclusive alguns jovens presentes a darem seu testemunho sobre a transformação de vida, após o Encontro com Cristo.

    Intercalando as palestras jovens da Paróquia Bom Pastor de Monte Carmelo e da Paróquia São José Operário de Carmo do Paranaíba fizeram belas apresentações retratando os desafios dos jovens cristãos no mundo de hoje. Além disso, o DNJ foi animado por um grupo de cantores jovens das três paróquias de Monte Carmelo que empolgaram e alegraram ainda mais o Encontro.

    Após o almoço, Dom Cláudio, Bispo Diocesano, falou aos jovens sobre o momento especial que vive a Igreja do Brasil e em especial a Diocese de Patos de Minas com a preparação para a JMJ. Na oportunidade lançou oficialmente a Acolhida dos Símbolos da JMJ que acontecerá no Parque de Exposições de Patos de Minas nos dias 9 e 10 de março e a Semana Missionária que acontecerá de 16 a 22 de julho, e contará com a vinda de centenas de jovens estrangeiros para uma partilha de fé e cultura com os jovens da Diocese.

    Dom Cláudio fez também os lançamentos do Manual de Preparação Espiritual para a Acolhida e da campanha Ação Evangelizadora “Rio que cresce entre nós” para que os jovens evangelizem, busquem doações para os trabalhos de preparação da JMJ e concorram a três viagens para a JMJ no Rio de Janeiro.

    Além disso, Dom Cláudio preparou uma surpresa para os jovens e presenteou a cada um, com um YOUCAT (Catequese Jovem) para que os grupos possam estudar e conhecer melhor sua fé e sua Igreja, e assim tornar-se cada vez mais discípulos missionários, promovendo a evangelização em suas comunidades.

    Em seguida, os jovens fizeram uma bela procissão com a réplica da Cruz da JMJ que está percorrendo a Diocese e com imagem de Nossa Senhora do Carmo, saindo do Espaço Cultural até a Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo, onde foi realizada a celebração de encerramento do Encontro presidida por Dom Cláudio. Após a missa, foi exibido o Vídeo Promocional da Diocese para a JMJ.

    O DNJ despertou nos jovens o desejo de fazerem parte da preparação da Diocese para a Jornada Mundial da Juventude em seus grupos e paróquias, e mais do que isso, os animou em sua missão de evangelizar outros jovens, em busca daqueles que estão afastados da Igreja ou que ainda não tiveram a oportunidade de se encontrar com Cristo.

PJ - Pastoral da Juventude

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Mensageiro - Novembro de 2012

O Mensageiro - Novembro de 2012

Órgão Informativo da Paróquia Santa Terezinha

Patrocínio MG - Diocese de Patos de Minas

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domingo, 4 de novembro de 2012

Fotos do Congresso Provincial da Pastoral Familiar

3º CONGRESSO DA PASTORAL FAMILIAR

PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE UBERABA
(Formada pelas dioceses de: Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Patos de Minas)

Tema: "A FAMÍLIA: O TRABALHO E A FESTA"
Lema: "TEMPO PARA O SENHOR E A FAMÍLIA"

3 E 4 de NOVEMBRO 2012 - DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Local: Centro Paroquial Santa Terezinha - Av. Paranaíba, 1.495 - Centro - Patos de Minas MG

Veja a Galeria de Fotos:

Contato: pastoralfamiliarmdpm@gmail.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Congresso Provincial da Pastoral Familiar

3º CONGRESSO DA PASTORAL FAMILIAR

PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE UBERABA
(Formada pelas dioceses de: Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Patos de Minas)

Tema: "A FAMÍLIA: O TRABALHO E A FESTA"
Lema: "TEMPO PARA O SENHOR E A FAMÍLIA"

3 E 4 de NOVEMBRO 2012

DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Local: Centro Paroquial Santa Terezinha - Av. Paranaíba, 1.495 - Centro - Patos de Minas MG
Contato: pastoralfamiliarmdpm@gmail.com
INFORMAÇÕES: Evandro e Dirce - Fone: (34) 3834-1448

Muito obrigado pela visita!!!

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