Venham visitar o Blog da Paróquia Santa Terezinha...
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FESTA EM LOUVOR A
SANTA EDWIGES
“PROTETORA DOS POBRES E ENDIVIDADOS”
SÃO PELEGRINO
‘‘PROTETOR DOS DOENTES DE CÂNCER’’
A PARÓQUIA SANTA TEREZINHA, COMUNIDADE DE SANTA EDWIGES E SÃO PELEGRINO, CCP E OS FESTEIROS CONVIDAM VOCÊ E SUA FAMÍLIA, PARA JUNTOS CELEBRARMOS A FESTA EM
LOUVOR A SÃO PELEGRINO E SANTA EDWIGES
DE 24 À 27 DE OUTUBRO / 2013 NO BAIRRO CRUZEIRO DA SERRA - PATROCÍNIO-MG
Tema: “A santidade da vida unida ao saber garante a alma maior gloria dos céus”
(Santa Edwiges)
Programação:
DIA 24 DE OUTUBRO - QUINTA-FEIRA
19:00h: Celebração Eucarística na Igreja Santa Edwiges
Participação: Comunidades Colina da Paz e Santa Terezinha
DIA 25 DE OUTUBRO - SEXTA-FEIRA
19:00h: Celebração Eucarística na Igreja Santa Edwiges
Participação: Comunidades Santa Edwiges e Santa Terezinha
DIA 26 DE OUTUBRO - SÁBADO -FEIRA
19:00h: Celebração Eucarística na Igreja Santa Edwiges
Participação: Comunidades Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora do Rosário
ENCERRAMENTO
DIA 27 DE OUTUBRO - DOMINGO
12:00h: almoço beneficente, Igreja Santa Edwiges e São Pelegrino
18:00h: Celebração Eucarística na Igreja Santa Edwiges e São Pelegrino
Participação: Comunidades de Santa Edwiges, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora do Rosário, São Francisco e Santa Terezinha
Participe!!!
Venha com sua família! Todas as noites haverá Novena, Celebração Eucarística e também a Movimentação de Barraquinhas, com pastel, caldos, espetos e muita alegria.
Participe conosco!!!
Pe. José Ricardo Lucas de Lima - Pároco
Pe. José Luís de Araújo Paiva
29 de Setembro - Arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael
O mês de setembro tornou-se o mais festivo para os cristãos, pois a igreja unificou a celebração dos três arcanjos mais famosos - Miguel, Gabriel e Rafael - para o dia 29 de setembro, data em que se comemorava apenas o primeiro.
Esses três arcanjos representam a alta hierarquia dos anjos chefes, o seleto grupo dos sete espíritos puros que atendem ao trono de Deus e são seus “mensageiros dos decretos divinos” aqui na terra.
Miguel que significa “ninguém é como Deus”, ou “ semelhança de Deus”, é considerado o príncipe guardião e guerreiro, defensor do trono celeste e do Povo de Deus. Fiel escudeiro do Pai Eterno, chefe supremo do exercito celeste e dos anjos fieis a Deus, Miguel é o arcanjo da justiça e do arrependimento, padroeiro da Igreja Católica. Costuma ser grande ajuda no combate contra as forças malignas.
Gabriel significa “Deus é meu protetor” ou “homem de Deus”. É o anunciador, por excelência, das revelações de Deus e é talvez aquele que estava perto de Jesus na agonia entre as oliveiras. Padroeiro da diplomacia dos trabalhadores dos correios e dos operadores dos telefones, comumente está associado a uma trombeta, indicando que é aquele que transmite a Voz de deus, o portador de noticias.
Rafael, cujo significado é “Deus te cura”, teve a função de o jovem Tobias em sua viagem, como seu segurança e guia. Foi o único que habitou entre nós. Guardião da saúde e da cura física e espiritual, é considerado também o chefe da ordem e das virtudes. É o padroeiro dos cegos, médicos, sacerdotes e viajantes.
A igreja Católica considera esses três arcanjos poderosos intercessores dos eleitos ao Trono Altíssimo.
São Miguel, São Rafael e São Gabriel, protegei-nos no combate! Amém.
Doutor da Igreja e um dos maiores especialistas em bíblias de sua época. Jerônimo nasceu em uma família muito rica na Dalmácia, hoje Croácia, no ano de 347. Com a morte dos pais, herdou uma boa fortuna, que aplicou na realização de sua vocação para os estudos, pois tinha uma inteligência privilegiada. Jerônimo estudou por toda a vida, viajando da Europa ao Oriente com sua biblioteca dos clássicos antigos, nos quais era formado e graduado doutor.
Passando pela França, conheceu um monastério e decidiu retirar-se para vivenciar a experiência espiritual. Uma de suas características era o gosto pelas entregas radicais. Ficou muitos anos no deserto da Síria, praticando rigorosos jejuns e penitências, que quase o levaram á morte. Em 375, depois de uma doença, Jerônimo passou ao estudo da Bíblia com renovada paixão.
Foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino, na Antioquia, em 379. Mas Jerônimo não tinha vocação pastoral e decidiu que seria um monge dedicado á reflexão, ao estudo e divulgação do cristianismo.
Voltou para Roma em 382, chamado pelo papa Damaso, para ser seu secretário particular. Jerônimo foi incumbido de traduzir a Bíblia, do grego e do hebraico, para o latim. Nesse trabalho dedicou quase toda sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia em latim chamou-se “Vulgata” e tornou-se oficial no Concílio de Trento.
Devido a certas intrigas do meio romano, retirou- se para Belém, onde viveu como um monge, continuando seus estudos e trabalhos bíblicos. Morreu de velhice no ano de 420, em 30 de setembro, em Belém. Foi declarado padroeiro dos estudos bíblicos, dos bibliotecários e das secretárias.
São Vicente de Paulo nasceu no dia 24 de abril do ano de 1581, em Pouy, Gascony, França. Quando menino, sua obrigação era cuidar do rebanho do sítio de seus pais. Foi estudar teologia em 1596, em Toulouse e ordenado padre aos 19 anos de idade, antes de se estabelecer em Paris, como capelão da rainha Margarida de Calois. Por dois anos foi prisioneiro dos mulçumanos. Foi libertado pelo seu próprio dono, que ele converteu.
Não há dúvidas de quem mais era merecedor da piedade e atenção de Vicente de Paulo eram mesmos pobres, os menos favorecidos, que sofriam as agruras da miséria. Quando Mazarino, em represália ás barricadas erguidas pela França, quis fazer o país entregar-se pela fome, Vicente de Paulo organizou, em São Lázaro, uma mesa popular para servir, diariamente, refeições a duas mil pessoas famintas.
Apesar de ter sempre pouco tempo para os livros, tinha-o muito quando era para tratar e dar alívio espiritual. Quando convenceu o regente francês de que o povo sofria por falta de solidariedade de pessoas caridosas para estenderem-lhe as mãos, o rei, imediatamente, nomeou-o para ser ministro da Caridade.
Com isso, organizou um trabalho de assistência aos pobres em escala nacional. Fundou e organizou quatro instituições voltadas para a caridade: a Confraria das Damas da Caridade, os Servos dos Pobres, a Congregação dos Padres da Missão, conhecidos como padres lazaristas, em 1625, e, principalmente, as Filhas da Caridade ou Irmãs Vicentinas, em 1633, tão conhecidas pelo apostolado que exercem em hospitais, asilos, orfanatos, etc.
Canonizado em 1737, São Vicente de Paulo é festejado no dia de sua morte - 27 de setembro - pelos seus filhos e filhas espalhados nos quatro cantos do mundo. E por toda a sociedade leiga cristã engajada em cuidar para que seu carisma permaneça pela ação de suas fundações, que florescem, ainda nos nossos dias, sempre a serviço dos mais necessitados, doentes e marginalizados.
Ó glorioso São Vicente, patrono de toda caridade, pai daqueles que estão na miséria e que, enquanto na Terra, jamais deixou de amparar a todos que a Vós recorreram, considerai os males que estão nos oprimindo e vinde em nosso socorro. Obtende junto do Senhor ajuda para os pobres, alívio para os enfermos, consolo para os aflitos, proteção para os abandonados, espírito de generosidade para os ricos, a graça da conversão para os pecadores, entusiasmo para os padres, paz para a Igreja, tranquilidade e ordem para as nações e salvação para todos. Permiti-nos comprovar os efeitos da vossa misericórdia intercessão e assim sermos ajudados nas misérias da vida. Possamos nós estar unidos com o Senhor no paraíso, onde não existe mais dor, choro ou tristeza, mas alegria, contentamento e duradoura felicidade. Amém.
Dia 27 de agosto - Santa Mônica
Dia 28 de agosto - Santo Agostinho
O testemunho desses dois grandes santos, mãe e filho, é de grande conforto e ajuda para muitas famílias, especialmente nos dias de hoje.
Mãe e esposa, Santa Mônica ajudou seu marido, Patrício, a descobrir a fé em Jesus Cristo. Tendo ficado viúva muito cedo, ela se dedicou a cuidar de seus três filhos, entre os quais Santo Agostinho, que a fez sofrer muito, pelo seu comportamento - ele chegou a ter um filho com uma prostituta. Mas o próprio Agostinho relatou em seus escritos que sua mãe o gerou duas vezes: “a segunda foi um parto espiritual, feito de orações e lágrimas, mas coroado de alegria de vê-lo não apenas abraçar a fé e receber o Batismo, mas também de se dedicar inteiramente a serviço de Deus”.
Durante os meus programas de rádio e TV, sempre que ouço uma mãe pedindo oração pelo filho, lembro-me de Santa Mônica, pois ela persistiu na oração e alcançou a vitória em Deus. Santo Agostinho é um exemplo para todos nós, pois toda a sua existência foi uma apaixonada busca da verdade. No final, depois de um longo tormento interior, descobriu Cristo, o sentido último e pleno da própria vida e de toda a história humana e chegou a escrever: “Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora!” (Confissões).
Que Santa Mônica olhe por todas as mães aflitas que clamam por seus filhos e que Santo Agostinho interceda por tantos jovens sedentos de felicidade e que muitas vezes a buscam em caminhos errados. Amém.
Padre Reginaldo Manzotti
Bem aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas! Lc 1,45
Foi aberta oficialmente na última terça feira (06) de agosto a 143ª Festa de Nossa Senhora da Abadia em Romaria - MG. Desde 1870, a cada ano, a cidade se transforma na Metrópole da Fé do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro. Ao completar os 143 anos da festa, Romaria se destaca por manter esta devoção ao longo dos séculos. Essa bonita tradição se instalou e cresceu, principalmente com a presença de Padre Eustáquio (1925-1935), que por 10 anos fez propagar os milagres, despertando ainda mais o interesse dos devotos.
Depois de 21 anos á frente do santuário, Monsenhor Geraldo Magela deixou Romaria e se transferiu para Uberaba. Assumiu como reitor e pároco, Padre Márcio Ruback.
O tema da festa este ano é Maria Modelo de Fé. Maria Santíssima é modelo de todos aqueles que se lançam na jornada da Fé. Lançar-se na Fé, é colocar-se inteiramente nas mãos de nosso Deus. É um caminho árduo, porém que nos prepara grande felicidade. O Pai não nos prometeu um caminho fácil: a porta é estreita! Porém, Jesus Cristo nos anima: Coragem! Eu venci o mundo!.
De acordo com a programação, durante a festa serão celebradas 94 missas no Santuário e no Oratório do Bem Aventurado Eustáquio; 18 novenas; 09 terços; 04 procissões e 04 coroações, tudo para que o devoto de Nossa Senhora da Abadia possa ter o seu espaço nesta jornada de fé e agradecimento pelas graças recebidas.
Na próxima quarta feira (14) o nosso Bispo Diocesano Dom Frei Cláudio Nori Sturm estará celebrando a Santa Missa ás 17:00h.
A programação do dia 15 é a seguinte:
Missas no Santuário: 00:00h, 02:00h, 04:00h, 05:30h, 07:00h, 08:30h, 10:00h e 11:30h
Missas no Oratório do Bem Aventurado Eustáquio: 06:00h, 07:30h, 09:00h,10:30h,13:00h e 15:00h
11:30h - Batizados / 12:00h - Leilão de Gado / 16:00h - Animação na Praça / 17:00h - Solene Celebração Eucarística da Festa de Nossa Senhora da Abadia presidida pelo Exmo Revmo Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Uberaba. Procissão luminosa, coroação da imagem de Nossa Senhora da Abadia e subida da imagem para o Santuário. Essa missa será transmitida pela Rede Vida de Televisão.
Oração de Nossa Senhora da Abadia
Senhora da Abadia, filha dileta de Deus Pai, Mãe de Jesus, nosso Salvador, Esposa do Espírito Santo, eis-me aqui diante de vossa imagem, para consagrar-me inteiramente a Vós. Trago-vos, Senhora, minha vida, meu trabalho, os sofrimentos e as alegrias, as lutas e as esperanças, tudo o que tenho e sou, para oferecer a vosso Filho por vossas mãos de Mãe. Sou todo vosso, ó Maria. Peço vossa proteção para nunca abandonar a fé Católica, traindo a Jesus. Dai-me força para viver de verdade o amor fraterno e assumir minha responsabilidade de cristão no mundo. Ó Senhora da Abadia, aceitai-me como filho (filha) e guardai-me sob o vosso manto protetor. Amém.
Em 26 de Julho comemora-se o Dia dos Avós.
As homenagens do Dia dos Avós significam celebrar as experiências de vida e reconhecer o valor da sabedoria adquirida em livros, escolas, e principalmente no convívio com tantas pessoas e fatos que passaram pelas suas vidas. O papel dos avós na família vai muito além de dar carinho aos netos, pois isto é só um dos atributos dessas pessoas tão sábias e amorosas que temos.
No Brasil comemora em 26 de julho, tendo sido esta data escolhida em razão da comemoração do dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.
Conta à história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria.
Devido à sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Ana morreu quando Maria tinha apenas três anos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por ele a escolhida para ser mãe de seu filho Jesus Cristo. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avôs e avós.
16 de Julho, Dia de Nossa Senhora do Carmo.
Nossa Senhora do Carmo (ou Nossa Senhora do Monte Carmelo) é um título consagrado à Virgem Maria. Este título apareceu com o propósito de relembrar o convento construído em honra da Santíssima Virgem Maria nos primeiros séculos do Cristianismo, no Monte Carmelo, em Israel. A principal característica desta invocação mariana é apresentar o Escapulário do Carmo, símbolo que representa o ato de se estar ao serviço do Reino de Deus e que traz muitas indulgências, graças e outros benefícios espirituais a quem assume este sinal e esta proposta como seus. A sua festa litúrgica é comemorada pelos cristãos no dia 16 de Julho.
No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu-lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.
Em nossa época de superstições, não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”.
É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!
Novena de Nossa Senhora do Carmo. (oração para todos os dias)
Nossa Senhora do Carmo que deixastes o Santo Escapulário como sinal do Vosso amor e proteção. Sois reconhecida como assistência na vida e consoladora amável na hora da morte, eu, vosso filho e devoto, pronto a Vos servir, disposto a Vos amar, me apresento a Vós e nesta Novena faço o meu pedido: (Peça a graça que você necessita).
Nossa Senhora do Carmo, nunca se ouviu dizer que alguém necessitado, tendo recorrido a Vós, tenha ficado desamparado. Com confiança, Mãe do Escapulário, intercedei junto ao Vosso Filho Jesus Cristo, por mim, por aqueles por quem devo rezar sempre e por aqueles que se confiam às minhas orações.
Mãe amável sede-nos propícia e rogai por nós a Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
Maio, mês dedicado a Nossa Senhora, neste mês as Igrejas ficam cheias e as ruas mais perfumadas, é a Festa de Maria Santíssima e de todas as mães. Maio é quando oferecemos nossas humildes homenagens a Nossa Senhora, a mais linda flor que a Terra já viu. Neste mês, realizamos a Festa de sua Coroação, uma Festa de fé e gratidão.
Em nossa paróquia a coroação de Nossa Senhora é feita tradicionalmente em todas as celebrações eucarísticas do mês de Maio. Este ano foi realizado lindas cerimônias onde obtivemos uma participação efetiva da comunidade.
“Nossa Senhora é a porta do Céu. É por essa porta que todas as nossas orações chegam até Deus, e é por meio d'Ela que obtemos as graças necessárias para a nossa salvação. Assim, em todos os dias de nossa vida e, sobretudo, no momento em que estivermos para entrar na eternidade, a Ela devemos dirigir esta filial e confiante súplica: Porta do Céu, abri-vos para mim”. (João S. Clá Dias - Artpressset. 1997).
As homenagens são uma forma de devoção. Maria é a Mãe de Deus! Celebrar o Mês de Maria é devotar o nosso amor a Mãe de Deus e a nossa Mãe. O que forma o catolicismo é a Eucaristia, Maria e o Papa. Coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhecemos como Rainha.
Pascom - Pastoral da Comunicação
Veja a Galeria de Fotos:
Viva São Pedro, Santo Antônio e São João!!!
Sendo o mês de junho dedicado a São João, no princípio eram as famosas Festas Joaninas. Na Bahia, ainda hoje, é mês de festa, comemorado com muita animação.
Sendo o Brasil um país com grande influência européia, devido à colonização portuguesa, nos foram trazidas as festas religiosas, tradicionais, de vários países:
França: a dança marcada, que deu origem às quadrilhas.
China: os fogos, fabricadas de pólvora.
Portugal e Espanha (Península Ibérica): Dança de fitas.
Esses elementos misturados aos aspectos culturais brasileiros (indígena, africano e europeu) foram tomando características próprias nas diversas regiões.
A fogueira que vem sempre aquecer e iluminar a festa, segundo a lenda, foi o sinal usado por Isabel e Zacarias, para avisar do nascimento de João Batista.
As comidas, à base de milho, mandioca, amendoim, alimentos que são colhidos nesta época.
Nas celebrações de Santo Antônio, os pãezinhos são abençoados e repartidos com os participantes. De preferência as solteiras, que estão à espera do noivo de seus sonhos, pois ele é o “Santo casamenteiro”.
Além das festas realizadas nas escolas, salões comunitários, praças, são tradicionais as festas em família, onde acontece um caloroso encontro de pessoas de todas as idades. Em meio às conversas, trocam-se receitas, experiências, simpatias.
Experimente uma delas, é porreta!
Na noite de Santo Antônio, escreva os nomes dos pretendentes em papeizinhos. Enrole-os bem e coloque em um prato com água. Deixe passar a noite. O papelzinho que amanhecer aberto, será o predestinado noivo. Boa sorte!!!!!
Boas festanças a todos!
Lourdes Barbosa.
Sob o manto da padroeira do Brasil, a guarda Soldado de Cristo, com o coração jovem, em missão e cheio de paz. Assim está a JMJ Rio2013 com a proteção de seus patronos e intercessores. São eles:
PATRONOS - PAIS ESPIRITUAIS DOS JOVENS
Os patronos são os pais espirituais dos jovens, lhe ensinam, como verdadeiros pais e mestres, os caminhos para santidade. Foram escolhidos por estarem intimamente ligados ao espírito da JMJ Rio 2013. Dentre estes estão também representantes da nação. O tema missionário inspira o pedido por proteção e entusiasmo para enfrentar os desafios da evangelização nos dias atuais. Oração e ação são dimensões inseparáveis dos discípulos-missionários de Jesus Cristo.
· Nossa Senhora da Conceição Aparecida, protetora da Igreja e das famílias!
· São Sebastião, Soldado e mártir da fé!
· Santo Antônio de Santana Galvão, arauto da paz e da caridade!
· Santa Teresa de Lisieux, padroeira das missões!
· Beato João Paulo II, amigo dos jovens!
INTERCESSORES - UM MODELO A SER IMITADO
Os jovens desejam encontrar-se com a verdade que dê sentido a sua existência. Dentre os intercessores escolhidos para a JMJ Rio 2013 estão homens e mulheres que mesmo na juventude souberam escolher a melhor parte em suas vidas: Jesus Cristo. A história de suas vidas inspira-nos a cultivar suas virtudes. O número 13 poderia apontar para o ano da Jornada, mas, além disso, atesta para todos que a santidade na vida concreta é possível. A geração JMJ é convidada a entregar sua vida àquele que concede felicidade e liberdade em abundância.
· Santa Rosa de Lima, fiel à vontade de Deus!
· Santa Teresa de Los Andes, contemplativa de Cristo!
· Beata Laura Vicuña, mártir da pureza!
· Beato José de Anchieta, apóstolo do Brasil!
· Beata Albertina Berkenbrock, virtuosa nos valores evangélicos!
· Beata Chiara Luce Badano, toda entregue a Jesus!
· Beata Irmã Dulce, embaixadora da Caridade!
· Beato Adílio Daronch, amigo de Cristo!
· Beato Pier Giogio Frassati, amor ardente aos pobres e a Igreja!
· Beato Isidoro Bakanja, mártir do escapulário!
· Beato Ozanam, servidor dos mais pobres!
· São Jorge, combatente do Mal!
· Santos André Kim e companheiros, mártires da evangelização!
Pascom - Pastoral da Comunicação
Luís Gonzaga nasceu no dia 9 de março de 1568, no Castelo de Castiglione delle Stivieri, na Lombardia (Itália). Era primogênito de Ferrante, Marquês de Castiflione e de Marta Tana Santena. O pai ocupava lugar de destaque na corte de Felipe II, da Espanha, e a mãe era dama de honra da Rainha. Luís, por ser filho mais velho, tinha direito à sucessão dos títulos honoríficos e era herdeiro natural do feudo do pai.
O pai de Luís queria prepara-lo desde criança para ser um grande soldado, possibilitando permanente contato com o ambiente militar. A mãe preocupava-se em dar-lhe uma educação cristã. E, desde menino, Luís fazia diariamente suas orações de manhã e à noite; com apenas sete anos já recitava todos os dias o ofício de Nossa Senhora e outras orações de sua devoção, e o fazia de joelhos.
Com nove anos, Luís e seu irmão Rodolfo foram levados por seu pai para Florença, onde tutores cuidaram de sua educação. Aprenderam a falar o italiano e melhoraram o seu latim. A par do aprimoramento nas línguas citadas, Luís cresceu espiritualmente, frequentava a catedral de Santa Maria in Fiore, onde costumava rezar diante da imagem de Nossa Senhora da Anunciação. As lições de disciplina que aprendeu com o pai, ele as aplicava em sua vida espiritual e, por isso, cresceu nele um zelo pela virtude da castidade, aliada a uma vida de oração, apesar do ambiente da corte em que vivia.
O pai levou os meninos para a corte do Duque de Mântua. Luís desejava renunciar ao direito da sucessão e herança, pois já tinha recebido a investidura das mãos do Imperador. A oposição do pai foi ferrenha, pois depositava nele suas esperanças, tão inteligente era o jovem e com tanto tino diplomáticos, mas, conhecendo bem Rodolfo, sabia-o sem tais atributos e, por isso, aceitava que ele escolhesse seu próprio caminho.
Na corte de Madri, junto com Rodolfo, Luís acompanhou a família para a Espanha, no meio da Luxuosa corte de Madri, Luís teve a certeza de que Deus o chamava para a vida religiosa. Jamais descuidou de suas orações e decidiu tornar-se jesuíta.
Luís praticava penitência e se disciplinava até ao sangue. Sua vida de oração era intensa, o que nos revela um espírito de luta, de perseverança e de autodisciplina.
Mais tarde ele foi chamado para Roma, a fim de completar os estudos de teologia, o que lhe deu muita alegria.
Em 1591, a Cidade Eterna foi assolada por uma epidemia de peste. Os jesuítas abriram um hospital para atender a população sofredora. Muitos membros da Ordem, inclusive o noviço Luís Gonzaga, ali trabalharam. Ele cuidava da vida espiritual dos doentes, exortando-os e instruindo-os na fé. Com extremo carinho, lavava e ajeitava os internados; exercia os serviços mais humildes. Na ocasião, vários padres foram vítimas da peste, entre eles Luís, que contraiu a doença carregando nas costas até o sanatório um doente que encontrou na rua.
Luís Gonzaga recuperou-se da doença, mas, muito enfraquecido, adquiriu uma febre persistente, que em alguns meses o deixou em estado de extrema fraqueza.
No dia 21 de junho de 1591, entregou sua alma a Deus. Tinha apenas 23 anos de idade. Suas relíquias repousaram na Igreja de Santo Inácio, em Roma, e ele foi canonizado em 1605, apenas 14 anos após sua morte. Sua mãe então ainda vivia.
Patrono da Juventude
São Luís Gonzaga é Patrono da Juventude, por sua tenacidade e perseverança em perseguir o ideal de santidade, desde a mais terna idade. É, também, o intercessor pelos doentes de Aids, como conta na foto do programa fixado na porta da Igreja de Santo Inácio, em Roma, por ocasião da Festa de São Luís, em junho de 1997.
Paróquia São Damião de Molokai - Patrocínio MG
Igreja Nossa Senhora de Fátima
06 de Junho (Quinta - Feira)
07:00h - Santa Missa
19:00h - Santa Missa
Mutirão de Confissões para o Apostolado da Oração:
de 09:00h às 11:00h; e de 14:00h às 17:00h.
07:00h - Santa Missa
Adoração ao Santíssimo: 08:00h às 18:00h
19:00h - Santa Missa e Procissão
08 de Junho (Sábado)
19:30h - Santa Missa e Homenagem ao Coração de Maria.
Carta - Por Santa Catarina de Sena - Doutora da Igreja.
Nas Amarguras da Vida
Para Dona Stricca Salimbeni
1 - Saudação e Objetivo.
Em nome de Jesus crucificado e da amável Maria, caríssima filha no doce Cristo Jesus, eu Catarina, serva e escrava dos servos de Jesus Cristo, vos escrevo no seu precioso sangue, desejosa de vos ver fiel serva do nosso Criador, com autêntica e santa paciência.
2 - Necessidade da Fé Viva.
Lembrai-vos de que não há outra maneira de agradar a Deus. Somos peregrinos e viandantes: Sem que o tempo jamais pare, corremos em direção ao nosso fim, a morte. E precisamos da iluminação da fé para atingirmos o termo da caminhada, sem ter como habitáculo as trevas da incredulidade. Há de ser, porém, uma fé viva, ou seja, acompanhada de ações boas e santas. Dizem os santos que a fé sem as obras é uma fé morta (Tg 2,26). Nós cremos que Deus e Deus que Ele nos criou à Sua imagem e semelhança; que nos deu Seu Filho unigênito o Verbo, nascido de Maria e morto na cruz para nos livrar da morte e dar-nos a vida da graça. Perdemos tal graça na desobediência de Adão, mas a recuperamos pela obediência de Cristo, da mesma forma como todos os homens haviam herdado a morte com o pecado de Adão. Ao receber a iluminação da fé e ao experimentar o amor de Deus por nós na esperança da ressurreição no dia do juízo (final), o cristão se apaixona por essa iluminação e amor divinos na proporção do próprio conhecimento de Deus. Então compreende que Deus quer somente a nossa santificação. Tudo o que Deus nos dá ou permite nesta vida tem essa finalidade. Aflições e consolações, ofensas, zombarias, traições; perseguições do mundo, tentações do demônio, fome e sede, doença e pobreza, prosperidade e alegrias, tudo é permitido para o nosso bem. A riqueza Se nos dá para que ajudem¬os os pobres; os prazeres e posições sociais, para sermos humildes e agradecidos a Deus, para não cairmos no orgulho; sofrimento, venha de onde vier, e a pobreza, são para que atinjamos a perfeita paciência, conheçamos a instabilidade do mundo e, elevemos unicamente a Deus nosso amor e nossas aspirações, por meio das virtudes.
3 - Os Sofrimentos são Passageiros
Desse modo, recebemos o prêmio de nossas fadigas, pois toda dificuldade suportada por amor de Deus tem sua remuneração, o prêmio reservado para a vida eterna, na qual haverá vida sem morte, luz sem trevas, saciedade sem enjoo, fome sem dor: Santo Agostinho diz assim: “O fastio está longe da saciedade e o sofrimento longe, da fome” (cf. santo Agostinho, Meditações, c. 22). Na vida futura, toda boa ação será premiada e toda culpa será castigada.
4 - Deus sabe o que Faz.
Quem tem fé viva, portanto, pratica boas obras e com paciência suporta o sofrimento e a fadiga por amor de Deus e para a remissão dos seus pecados. Pessoa assim até valoriza a dor, pensando em quem a permite e para que a permite. Quem permite a dor? É Deus, bondade suprema e eterna. E a permite por um amor especial, nunca por ódio. Jesus o disse aos discípulos: “Eu vos envio para serdes perseguidos e martirizados no mundo. Não o faço por ódio, mas por um amor especial. No mesmo amor com que o Pai me amou, Eu vos amo. Embora o Pai me amasse de modo particular, mandou-me para morrer a cruel morte na cruz”. Para que Deus nos envia, então, a dor? Por amor e para a nossa santificação, como ficou dito; para que na dor sejamos santificados. E quem somos nós, os destinatários de tais sofrimentos? Somos um nada! Por nossas culpas, apenas merecedores de mil infernos, se fosse possível. Porque ofendemos a Deus, que é o bem infinito, o castigo teria de ser infinito.
Mas na sua misericórdia, Deus nos pune aqui no tempo finito, com um sofrimento finito. De fato; as dores desta vida acontecem na medida do tempo, não mais que isso. Por causa da brevidade do tempo, até a maior dor torna-se pequena. Dizem os santos que o nosso tempo consiste numa ponta de agulha. A vida humana é um nada:, pouca coisa. Portanto, o maior sofrimento torna-se pequeno. Passada a dor, já não sofremos mais. Quanto à sofrimentos futuros, não temos certeza se virão, uma vez que nunca sabemos quanto vamos viver. O que existe é somente presente. Nada mais.
5 - Exortação Final e Conclusão
Coragem, querida filha! Acorda do sono. Não durmamos mais. Sigamos com fé viva e grande paciência os passos do crucificado. Banhai-vos no sangue de Cristo crucificado. Nada mais acrescento. Permanecei no santo e doce amor de Deus. Jesus doce, Jesus amor!
(Enviado por Padre José Luís)
13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica.
De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma 'Senhora mais brilhante que o sol', de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Conselho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a 'Senhora do Rosário' e que fizessem ali uma capela em Sua honra.
Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado 'Segredo de Fátima'.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões.
São Damião de Molokai, um pastor que deu a vida por suas ovelhas.
Josef de Veuster-Wouters nasceu no dia 3 de janeiro de 1840, numa pequena cidade ao norte de Bruxelas, na Bélgica. Aos dezenove anos de idade, entra para a Ordem dos Padres do Sagrado Coração e toma o nome de Damião. Em seguida, é enviado para terminar seus estudos num colégio teológico em Paris.
A vida de Damião começou a mudar quando completou vinte e um anos de idade. Um bispo do Havaí, arquipélago do Pacífico, estava em Paris, onde ministrava algumas palestras e pretendia conseguir missionários para o local. Ele expunha os problemas daquela região e, especialmente, dos doentes de lepra, que eram exilados e abandonados numa ilha chamada Molokai, por determinação do governo. Damião logo se interessou e se colocou à disposição para ir como missionário à ilha. Alguns fatos antecederam a sua ida. Uma epidemia de febre tifóide atingiu o colégio e seu irmão caiu doente. Damião ainda não era sacerdote, mas estava disposto a insistir que o aceitassem na missão rumo a Molokai.
Escreveu uma carta ao superior da Ordem do Sagrado Coração, que, inspirado por Deus, permitiu a sua partida. Assim, em 1863 Damião embarcava para o Havaí, após ser ordenado sacerdote. Chegando ao arquipélago, Damião logo se colocou a par da situação. A região recebera imigrantes chineses e com eles a lepra. Em 1865, temendo a disseminação da doença, o governo local decidiu isolar os doentes na ilha de Molokai. Nessa ilha existia uma península cujo acesso era impossível, exceto pelo mar. Assim, aquela península, chamada Kalauapa, tornou-se a prisão dos leprosos.
Para lá se dirigiu Damião, junto de três missionários que iriam revezar os cuidados com os leprosos. Os leprosos não tinham como trabalhar, roubavam-se entre si e matavam-se por um punhado de arroz. Damião sabia que ficaria ali para sempre, pois grande era o seu coração.
Naquele local abandonado, o padre começou a trabalhar. O primeiro passo foi recuperar o cemitério e enterrar os mortos. Com frequência ia à capital, comprar faixas, remédios, lençóis e roupas para todos. Nesse meio tempo, escrevia para o jornal local, contando os terrores da ilha de Molokai. Essas notícias se espalharam e abalaram o mundo, todo tipo de ajuda humanitária começou a surgir. Um médico que contraíra a lepra ao cuidar dos doentes ouviu falar de Damião e viajou para a ilha a fim de ajudar.
No tempo que passou na ilha, Damião construiu uma igrejinha de alvenaria, onde passou a celebrar as missas. Também construiu um pequeno hospital, onde, ele e o médico, cuidavam dos doentes mais graves. Porém a obra de Damião abrangeu algo mais do que a melhoria física do local, ele trouxe nova esperança e alívio para os doentes. Já era chamado apóstolo dos leprosos.
Numa noite de 1885, Damião colocou o pé esquerdo numa bacia com água muito quente. Percebeu que tinha contraído a lepra, pois não sentiu dor alguma. Havia passado cerca de dez anos desde que ele chegou à ilha e, milagrosamente, não havia contraído a doença até então. Com o passar do tempo, a doença o tomou por inteiro.
O doutor já havia morrido, assim como muitos dos amigos, quando, em 15 de abril de 1889, padre Damião de Veuster morreu. Em 1936, seu corpo foi transladado para a Bélgica, onde recebeu os solenes funerais de Estado. Em 1995, padre Damião de Molokai foi beatificado pelo papa João Paulo II e sua festa, designada para o dia 10 de maio.
Em 11 de outubro de 2009 passou a ser chamado São Damião de Molokai, canonizado pelo Papa Bento XVI em presença do rei e da rainha da Bélgica em meio à imensa alegria dos irmãos e irmãs da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria e da Adoração Perpétua ao Santíssimo Sacramento do Altar espalhados pelo mundo.
Santo Expedito era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, na Armênia sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284. Ele levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou “Cras….! Cras….! Cras….!” palavra latina que quer dizer: “Amanhã…! Amanhã…! Amanhã…!” Isto é deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão!
Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já!
É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo.
No Brasil, sobretudo, Santo Expedito é invocado nos negócios e dificuldades da vida, ficando conhecido como “o santo das causas urgentes”.
Santo Expedito não adia seu auxílio para amanhã. Ele atende sua ajuda hoje mesmo, ou na hora em que precisamos de sua ajuda. Mas ele espera que também nós não deixemos para amanhã nossa conversão.
A tradição apresenta Santo Expedito como sendo o chefe da 12ª Legião Romana, cognominada “Fulminante”: nome dado em memória de uma façanha que se tornou célebre.
Essa legião localizava-se em Melitene, sede de uma das províncias romanas da Armênia. Era formada em sua maioria por soldados cristãos, sendo sua função primordial defender as fronteiras orientais contra os ataques dos bárbaros asiáticos.
Santo Expedito destacou-se no comando dessa legião por suas virtudes de cristão e de chefe ligado a sua religião, a seu dever, à ordem e à disciplina.
Novena de Santo Expedito
(Para problemas que precisam de solução urgente)
Oh! Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, intercede por mim junto a Nosso Senhor Jesus Cristo, para que venha em meu socorro nesta hora de aflição e desesperança. Meu Santo Expedito, tu que és o Santo guerreiro; tu que és o Santo dos aflitos e desamparados; tu que és o Santo dos desempregados; tu que és o Santo das causas urgentes, protege-me, ajuda-me, concedendo-me força, coragem e serenidade.
Atende meu pedido! (Fazer o pedido)
Meu Santo Expedito ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegendo-me de todos os que possam me prejudicar, protegendo minha família, atende meu pedido com urgência, devolvendo-me a paz e a tranquilidade.
Meu Santo Expedito! Estarei agradecido pelo resto de minha vida e propagarei teu nome a todos os que tiverem fé. Amém!